Artigo: A produtividade e a boa técnica inerente à profissão de corretor de seguros

Nos últimos três anos, nos convencemos que a evolução do corretor de seguros – profissional liberal ou empresário – se daria pela prática de conceitos do empreendedorismo. Para tanto, deveríamos investir em processos e sistemas, além de ações junto aos órgãos de classe, por meio de fóruns, seminários e cursos, dentre outras atividades planejadas. 

No meu ponto de vista, atualmente, estamos diante de um novo conceito: a capacitação. É sabido que o aperfeiçoamento profissional exigirá cada vez mais conhecimento, tanto por meio de processos convencionais, como banco de escolas aliado ao exercício da prática, como também pela incorporação de tecnologias disruptivas, que trarão o apoio de novas ferramentas digitais. 

Mas, a produtividade jamais poderá ficar de fora desse movimento. O dicionário Houaiss nos ensina que “produtivo”, em sua semântica, significa “que produz, fértil e proveitoso”. Portanto, me atrevo a formular a equação a seguir: o empreendedorismo acrescido da capacitação nos dará a produtividade! (e + c = p). 

Hoje, o mercado globalizado exige essa equação ao estimular cada vez mais a concorrência leal e adequada, alicerçada na produtividade. O resultado esperado é que os profissionais sejam cada vez mais técnicos e eficientes. 

A boa técnica é inerente ao reconhecimento da existência da profissão, como prevê a própria Carta Magna. Daí porque o profissional da corretagem de seguros é visto dessa forma, principalmente, pelos consumidores, seguradoras, resseguradoras e demais players do mercado de seguros. 

Vejamos: 

“(…) é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”. Constituição Federal (1988) – Artigo 5o, inciso XIII (grifo nosso) 

O Poder Executivo, na contramão da produtividade, editou a Medida Provisória no 905/2019, em novembro, e nela inseriu artigo (no 51, inciso III), dentre outros pertinentes ao Sistema Nacional de Seguros Privados, que exterminava como um passe de mágica a profissão do corretor de seguros. Em suas justificativas, uma das alegações era a desregulamentação de mercado em nome da livre concorrência. Mas, não havia nenhuma base empírica ou indicadores robustos que pudessem nortear tal decisão. 

Como já citei acima, a concorrência está na produtividade e na competência, que induzem à boa técnica inerente à profissão. 

Isso posto, partiremos para as considerações sobre a MP 905/2019, estritamente no artigo no 51, inciso III, que baniu a Lei no 4.594/64. Com isto, num único ato, exterminou sem explicações ou aviso prévio a profissão de corretor de seguros, permitindo a qualquer cidadão, maior e capaz, segundo o Código Civil, exercer a corretagem de seguros de qualquer produto securitário, homologado pelos órgãos competentes no âmbito do território brasileiro, independentemente de capacidade técnica auferida e avaliada previamente pelos formadores da profissão. 

Muitos esforços foram feitos pelas entidades representativas da classe, que ainda hoje continuam atentas e mobilizadas nesse processo legislativo, já que não se esgotou. A primeira vitória foi obtida dentro da comissão mista do Senado Federal que aprovou no último dia 17 a reversão daquela decisão executiva, transformando a MP em Projeto de Lei de Conversão (PLV). Todavia, tal PLV é carente de aprovação definitiva em mais algumas etapas, a saber: plenário da Câmara dos Deputados, plenário do Senado Federal, sanção ou veto da Presidência da República, que podem colocar fim às deliberações legislativas, revertendo em nova lei ordinária ou a mantendo intacta ou no seu “status quo”. 

Desse processo, extrai-se, primeiramente, a forma traumática, uma vez que fomos surpreendidos pela decisão intempestiva e não compartilhada previamente com os agentes do mercado de seguros. Segundo, que a Lei 4.594/64, que já tem 56 anos, está caduca e com os seus objetivos e aplicação retrógados. 

Feitas essas considerações preliminares, agora parto para uma análise um pouco mais alinhada, sem, no entanto, me ater às questões jurídicas, mas tão somente às pretensões apresentadas no Congresso Nacional. 

Ademais, é importante realçar que reagimos à MP 905/2019, que está em plena vigência e produzindo seus efeitos jurídicos pelo prazo de sua validade (120 dias), ao invés de agirmos com antecedência. Talvez, por acomodação e conforto, acabamos por perder a grande oportunidade de produzir um projeto de lei auspicioso, encorpado e vigoroso, envolvendo todos os atores desse mercado pujante em grandes debates. Seria a oportunidade para criarmos uma norma renovada e moderna, que permearia aspectos jurídicos atuais com as garantias legais, principalmente, aos consumidores, que são os verdadeiros beneficiários, independentemente do Código de Defesa do Consumidor. 

Não posso deixar de citar a tentativa de mudança na legislação vigente proposta pelo PLC no 29/2017 (antigo PL no 3555/2004), ressaltando que a sua abordagem está focada na revogação 

do Contrato de Seguro no atual Código Civil, que timidamente fez incursões sobre a intermediação do seguro, com envolvimento do corretor de seguro. Depois de 16 anos, esta proposta chegou a ser aprovada, em novembro passado, em uma das comissões no Senado Federal, que, agora, está paralisado em decorrência das várias outras Medidas Provisórias apresentadas pelo Poder Executivo e por causa da pandemia que nos assola e impõe o isolamento. Este projeto não deixa de ser um bom exemplo de mobilização e estudos prévios em normas pertinentes do Sistema Nacional de Seguros Privados. 

Mas, afinal o que dizem os artigos no 53 e 54 do relatório sobre a MP 905/2019, aprovado na comissão mista do Congresso Nacional, no aspecto único e exclusivo sobre a profissão do corretor de seguros? 

Como várias matérias sobre o tema já foram publicadas, em rápida síntese desses dois artigos, vejo que trazem à luz da lei da corretagem de seguros as obrigações da profissão, as sanções decorrentes de condutas éticas e ilícitas, a filiação voluntária em qualquer autorreguladora homologada pelos órgãos competentes e, finalmente, o comissionamento pela intermediação. 

Uma vez que o referido PLV está em mutação, registro o compromisso de produzir novo artigo com uma abordagem mais profunda dos aspectos da legislação vigente. Por hora, concluo que a corretagem de seguros está em transformação no intuito de se alinhar às novas demandas da profissão. Acredito que estamos no caminho certo e que, apesar dos percalços, não devemos perder a oportunidade de fortalecer a nossa atividade. 

(*) Evaldir Barboza de Paula 

Mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP)

Mercado de insurtechs cresce e ganha espaço no Brasil

Uma matéria do Valor Econômico, publicada dia 30/03, informa que as startups estão avançando para plataformas digitais a fim de comercializar produtos como seguro para carros, smartphones e bicicletas. Um levantamento da empresa Distrito contabilizou 113 insurtechs no Brasil, o que representa um aumento de 47% em relação ao mesmo período de 2018. 

Ainda de acordo com o Valor, apesar de apresentar uma rápida evolução, o Brasil ainda é muito inferior a mercados mais evoluídos, como Estados Unidos e Inglaterra. “No Brasil, estamos vendo uma nova onda de startups com modelos que precificam o risco da pessoa, inclusive permitindo seguros ‘liga-desliga’”, analisa Oliver Cunningham, sócio da KPMG. 

A thinkseg é uma das empresas mais populares nesse setor. Em 2018 comprou a corretora online Bidu e oferece diversos tipos de seguros e outros produtos financeiros, em parceria com 16 seguradoras. A insurtech também aposta no formato de seguro “pay-per-use” (pague pelo uso) para automóveis. 

Os advogados Adriano Almeida e Daniela Durán, ex-executivos da Aon, e o ex-diretor do BTG Pactual, Rodolfo Fonzar, também resolveram investir em startups. Os dois criaram a Avita, empresa de emissão e gestão de apólices de seguro garantia judicial. No mercado desde 2019, a insurtech está confiante no avanço da modalidade no Brasil. “O seguro garantia judicial chegou a R$ 3 bilhões, mas focado em grandes emissões. Nossa ideia é criar um mercado de pequenas e médias emissões”, explicou Adriano Almeida, CEO da Avita ao Valor. 

A Kakau, por sua vez, distribui seguros pela internet desde 2017. Utilizando o modelo de assinatura mensal, a insurtech vende três planos de seguro residencial, em parceria com a seguradora Essor, e seguro para smartphones em parceria com a Generali. 

Já a Pier oferece apenas seguro para smartphones (Android e iPhone), através de uma parceria com a Too Seguros . De acordo com o Valor Econômico, a startup vendeu mais de 25 mil seguros e soma 16 mil membros ativos, conta Lucas Prado, CEO da Pier. 

Fonte: CQCS 

O impacto da COVID-19 na sustentabilidade entre os players da área da saúde

Por Maurício de Ávila Maríngolo, Guilherme Fugagnoli e Lucas Lagonegro* 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) editou em 12 de março norma determinando a inclusão, no rol de cobertura mínima dos planos de saúde, de exames e testes para identificação da presença do coronavírus em seus beneficiários, já sabendo que os serviços públicos de saúde, especialmente o SUS, não teriam estrutura e capacidade suficientes para suprir a previsão da escala de demandas e atender todas as necessidades da população para este momento. 

A medida, prevista na Resolução Normativa no 453, cumpre orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) no sentido de que a população seja testada em massa com o objetivo de controlar a pandemia que assola o planeta. 

Com a norma, as operadoras de planos e seguros de saúde passaram a ficar obrigadas, a partir de então, ao custeio de tais exames na rede privada de clínicas e hospitais para identificação da contaminação relativamente aos seus respectivos beneficiários. 

Tratou-se, na ocasião, de uma maneira de o Poder Público delegar a responsabilidade constitucional do Estado aos operadores de saúde da área privada, com o objetivo de manter-se o acesso à saúde para toda população, potencializando, assim, o controle sobre o vírus, bem como a identificação e o tratamento dos seus efeitos aos pacientes. 

É importante destacar, no entanto, que a resolução permite que somente seja coberto pelos planos de saúde os exames em pacientes classificados como suspeitos ou com contaminação provável. Logo, não são todas as pessoas que devem fazer o teste, sob pena de o sistema de saúde entrar em colapso, agravando a crise em todos os sentidos. 

Inclusive, diante do aumento de casos no País, o Ministério da Saúde orientou que, a partir de 19 de março, somente quem possuir sintomas graves deve fazer o exame, com indicação médica, a fim de garantir seu acesso a todos que realmente precisam. E, já admitindo a falta de testes suficientes para atender aos casos necessários, buscou apoio da rede privada para aumentar sua produção, destacando-se, dentre outras, o engajamento e protagonismo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), seja nos estudos e pesquisas para a criação de uma vacina, mas também para a ampliação da capacidade de processamento e diagnósticos da COVID-19. 

O cenário é claro: caso o governo não tome medidas econômicas futuras para subsidiar a excessiva demanda e pressão que já recai sobre o setor e, para evitar que os testes e exames em questão venham a ensejar uma série de transtornos e inúmeras e custosas discussões judiciais, com base nas mais diversas teses jurídicas (boa-fé contratual, teoria da imprevisão, onerosidade excessiva etc.), é fundamental que todos os envolvidos, na medida de suas sensibilidades e responsabilidades, façam sua parte. 

As recomendações aos principais players do setor são simples e cautelosas, mas podem prevenir futuros litígios e grandes déficits em seus orçamentos. Sabemos que esse, definitivamente, não é momento para cada um olhar apenas para o seu negócio. É tempo de união e esforço conjunto para um único propósito: passarmos o mais rápido possível e com o menor número de efeitos colaterais por essa pandemia. 

Para que possamos, todos, sair bem dessa situação inevitável, é importante que haja um equilíbrio de esforços, para que o período não fique demasiadamente pesado em termos econômicos para uma das partes em benefício de outras. 

Aos beneficiários das operadoras de planos e seguros saúde, é relevante ressaltar que não se utilizem nesse momento do seu convênio de modo indevido, indiscriminado e sem que haja séria e real suspeita de infecção e/ou enfermidade, evitando colaborar para o colapso indevido, em detrimento de quem realmente necessita do nosso sistema de saúde. E, claro, que sigam se preservando (e aos seus entes queridos, principalmente os já enfermos e idosos), mantendo-se recolhidos em seus lares e não se expondo em ambientes hospitalares sem justo e relevante motivo. É importante, ainda, que se mantenham em dia com o pagamento das contraprestações mensais devidas a Operadoras de Planos e Seguros Saúde. 

Quanto aos operadores de planos e seguro de saúde, é recomendável fazer uso dos novos mecanismos e facilidades também decorrentes da situação pandêmica, como por exemplo, a realização da telemedicina e de cálculos atuariais visando buscar, junto ao governo federal, formas de compensação (fiscal/tributária, por exemplo) para o abrupto aumento das demandas hospitalares e de diagnósticos, evitando-se, assim, a aplicação de reajustes extraordinários no valor das suas contraprestações mensais e uma enxurrada de ações judiciais. 

Aos hospitais e centros de diagnóstico, cabe atuar com a certeza de que, ao fim e ao cabo dessa pandemia, a conta será paga. Se o hospital estiver fazendo as vezes de ente público, deverá ser devidamente ressarcido pelo Estado. Se estiver atendendo particular, certamente será coberto pelo plano de saúde ou, alternativamente pelo particular ou seu responsável pagador. Em tais situações, um contrato claro e que atenda às especificidades do Código de Defesa do Consumidor são cruciais. 

A função do sistema judiciário neste aspecto é garantir que não exista abuso de nenhuma das partes. Ou seja, nem que a população, sem o quadro clínico exigido pelo Ministério da Saúde, demande pela realização do teste; nem que os hospitais, clínicas e planos neguem a realização do exame para os cidadãos devidamente cobertos (SUS, planos de saúde ou como particulares), caso se imponha necessário, atuando como fiel da balança nas relações, garantindo a realização de exames, diagnósticos e tratamento digno a quem deve realizá-lo — sempre de acordo com os princípios gerais do direito e das orientações do Ministério da Saúde, com o objetivo de permitir o acesso a todos que realmente precisam, sob pena de romper com a sustentabilidade na área da saúde. 

Se cada um fizer a sua parte, agindo com bom senso, empatia e alinhamento para um propósito comum, certamente, muitos conflitos poderão ser evitados ou minimizados. O momento agora é de união para que possamos, o quanto antes, voltar às rotinas, sempre de forma propositiva e focados no desenvolvimento do País. 

*Maurício de Ávila Maríngolo, Guilherme Fugagnoli e Lucas Lagonegro, são advogados da área Cível e especializados no atendimento ao setor de Saúde do ASBZ Advogados

Congresso quer evitar reajuste ou cancelamento de planos de saúde durante pandemia

Há uma grande preocupação no meio político quanto à possibilidade de operadoras de planos de saúde ou seguradoras reajustarem o valor do prêmio do seguro ou das mensalidades ou mesmo cancelarem contratos por falta de pagamento, durante a pandemia do Coronavírus. 

No momento, pelo menos dois projetos de lei tramitam na Câmara visando a impedir a ocorrência de qualquer uma dessas possibilidades. 

A primeira proposta, de autoria do deputado Capitão Wagner (Pros-CE), veta a suspensão ou a rescisão de contratos durante a pandemia, mesmo se não for feito em caso de não pagamento das mensalidades. 

Segundo a Agência Câmara, caso a proposta seja aprovada, as mensalidades que não forem pagas durante a pandemia poderão ser quitadas em até seis parcelas, sem incidência de juros e multas, ou ser objeto de negociação entre as partes para quitação do valor integral em até um ano. “O cancelamento do atendimento aos clientes, seja pela suspensão ou, ainda mais grave, pela rescisão unilateral dos contratos, além de configurar medida de inegável crueldade neste momento, trará como consequência inevitável o direcionamento dos atendimentos para a rede pública de saúde, aumentando ainda mais o risco de colapso do sistema e de agravamento da Pandemia da Covid-19 no País”, argumenta o autor da proposta. 

REAJUSTE. 

Já o Projeto de Lei 1070/20, da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), impede o reajuste dos valores das mensalidades durante epidemias de grande proporção, como no caso do coronavírus. 

A parlamentar alega que as medidas de isolamento, ainda que corretas e necessárias, comprometem a renda dos brasileiros, sobretudo de trabalhadores informais e de desempregados, tornando difícil até o pagamento regular das mensalidades. “Quase 25% da população possui plano privado de saúde. Neste contexto, se houver reajuste nos próximos meses, muitas pessoas perderão seus planos, justamente numa época com risco”, frisa a deputada. 

Fonte: CQCS 

AIG Seguros promove a 3ª edição do Prêmio Crescer Juntos

Repgen, de Salvador (BA), foi vencedora pelo terceiro ano consecutivo

Com crescimento de 25% em volume de prêmios emitidos com seguros AIG em 2019, as assessorias são um importante canal de distribuição de produtos e parte essencial da estratégia da seguradora. Por isso, a empresa reuniu as principais parceiras na 3ª edição do Prêmio Crescer Juntos, em reconhecimento ao desempenho e resultados obtidos ao longo do último ano. A cerimônia aconteceu em São Paulo e recebeu os empresários da capital e de diferentes estados – São Paulo, Paraná, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia.

“O canal assessorias é importantíssimo por serem nossos representantes junto a corretores de todo o Brasil. Por isso, fizemos questão de uma data específica para celebrar essa parceira e reconhecer seu trabalho”, afirma Fabio Protásio Oliveira, CEO da AIG Seguros no Brasil.

Na edição deste ano do Prêmio Crescer Juntos, a assessoria Repgen, da Bahia, novamente conquistou a primeira colocação, posição que se mantém pelo terceiro ano consecutivo. “Estamos muito felizes por essa conquista mais uma vez. Temos bastante afinidade no dia a dia com a equipe AIG e nossa sinergia é total”, afirmou Carlos Magalhães, da Repgen. A 2ª posição ficou com a HMF e o 3º lugar com a Selletiva, ambas de São Paulo. Ao todo, 15 assessorias participaram do evento.

“2019 foi um ano desafiador, pois mesmo com as mudanças de atuação no nosso portfólio, resultado da aliança estratégica com a Porto Seguro, conseguimos registrar um crescimento expressivo no canal assessorias em produtos chave da AIG, entre eles o Seguro de Riscos Diversos Equipamentos (linha amarela), Responsabilidade Civil, Patrimonial e Transportes”, explicou Rodrigo Valadares, Gerente de Corretores Nacionais da AIG.

Atenção: Projeto torna obrigatório nova cobertura no seguro

O deputado Coronel Tadeu (PSL/SP) apresentou projeto de lei que altera a Lei 9.656/98 (que regulamenta a saúde suplementar), para dispor sobre a obrigatoriedade de os planos e seguros privados incluírem a vacinação nos planos ou seguros-referência.

De acordo com a proposta, se aprovada, a lei deverá entrar em vigor 180 dias após sua publicação.

O autor do projeto argumenta que a ação de vacinar as pessoas contra agravos tem sido uma das armas mais importantes para reduzir a mortalidade infantil, diminuir a incidência de doenças graves em idosos e proporcionar melhor qualidade de vida para a população.

“Desta forma, julgamos que seja importante que as seguradoras e operadoras de planos e seguros de saúde absorvam esta atividade, inclusive tendo em vista a redução de seus custos”, frisa o deputado, acrescentando que essa redução de custos seria decorrente da diminuição da incidência das doenças que estariam colaborando para evitar

Fonte: CQCS

O que toda corretora precisa saber sobre como fazer e-mail marketing de maneira eficiente

O e-mail marketing é uma das ferramentas mais comuns quando o objetivo é manter relacionamento com os clientes e gerar mais vendas a longo prazo. Trata-se de uma estratégia que faz parte de campanhas de marketing digital de várias corretoras de seguros.

Em artigo publicado no Blog Soluções para Corretoras, da Quiver, o CEO da insurtech, Fernando Rodrigues, aponta o que toda corretora precisa saber sobre como fazer e-mail marketing de maneira eficiente.

“A principal vantagem do e-mail marketing é alcançar somente quem tem interesse na corretora, pois já foi estabelecido um vínculo anterior. Isso potencializa os resultados comerciais a um custo reduzido, já que o investimento para fazer email marketing é baixo”, ensina o executivo.

Confira o artigo completo em https://solucoesparacorretoras.quiver.net.br/como-fazer-email-marketing-dicas-para-corretoras-de-seguros/

Fonte: CQCS

Corretor saiba como funciona o processo de branding e a melhor forma de trabalhá-lo

Formado em Comunicação Social pela FAAP-SP e Pós-Graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP, o fundador e CEO da TEx, Omar Ajame, empreende desde os 23 anos de idade e possui mais de 15 anos de experiência no mercado segurador, tendo iniciado sua carreira na Corretora de Seguros de seu pai, onde também nasceu a insurtech. O executivo aproveitou o Blog da TEx para abordar um tema fundamental para qualquer empresa: branding. 

“Essa estratégia de marketing digital é cada vez mais trabalhada pelas empresas mundo afora. Quem nunca associou a família reunida à mesa com a Sadia ou, quando leu a frase ‘King of beers’, já soube de qual empresa se tratava? Isso se chama branding”, ensina Ajame.

Em artigo publicado recentemente, ele lembra que a estratégia faz parte de uma gestão de marketing que visa à obtenção de resultados contínuos, sólidos e duradouros.

“Na prática, o processo de branding é a forma como uma corretora de seguros, por exemplo, está gerindo as estratégias de sua própria marca a longo prazo. Com ações pontuais, a companhia se torna mais conhecida, requisitada e bem posicionada, gerando uma conexão com o público-alvo capaz de influenciar suas decisões de compra”, explica o empreendedor.

Confira o texto completo no link https://www.textecnologia.com.br/blog/marketing/processo-de-branding/.

Fonte: CQCS

Seguro intermitente mudará a forma de consumo e trará um público maior às seguradoras

*Por Paulo Marchetti

Vivemos um momento de constantes transformações no mundo e isso não é diferente com o mercado de seguros. A Susep (Superintendência de Seguros Privados) autorizou uma inovação no setor: uma opção intermitente, conhecido como “liga-desliga”, pois permite que a cobertura seja contratada por alguns dias, horas, minutos ou até durante um trecho em uma viagem. De acordo com a instituição, essa tendência deve se tornar cada vez mais comum e estimativas internacionais preveem um crescimento de 25% desse mercado até 2024.

Já em uso em países desenvolvidos como os Estados Unidos e Chile, a iniciativa de adequar o seguro as reais necessidades do consumidor é positiva, pois vai baratear o serviço e mudará a relação de consumo no país. Com a opção “liga-desliga”, o cliente compra o produto em intervalos de tempo, diferente do praxe do mercado, que é o plano anual. A tendência é que as seguradoras recebam um maior número de contratações, em especial em viagens, situação que o cliente quer ficar protegido apenas naquele período. 

A nova modalidade vai funcionar da seguinte forma: se você quiser viajar de carro, por exemplo, e quer que durante esse tempo o veículo esteja segurado, você poderá contratar um plano que cubra apenas o seu deslocamento. Ou, se você quiser que o seu carro esteja coberto pelo seguro por apenas três meses, você poderá escolher o plano que cubra só esse período. Para vigências com prazos menores que 24 horas, não será possível receber o valor de volta em caso de cancelamento, se o período da cobertura já estiver iniciado. 

Outras vantagens são que o seguro intermitente é oferecido e contratado pela internet e pode chegar ao valor de 50 reais, dependendo da personalização da proteção. Essa flexibilidade na contratação e valor, atingirá prioritariamente os jovens, independente da renda, uma vez que esse público viaja mais, usa menos o carro e pode frequentar regiões mais perigosas. 

Em meio a tanta novidade e diferentes formas de contratação, é normal o consumidor sentir-se perdido. Para o cliente não tomar decisões precipitadas, o ideal é avaliar todas as opções e comparar a oferta que melhor se encaixa para o seu perfil. 

Vale apenas uma ressalva para o cliente ficar atento ao seguro intermitente, pois se ele não fizer a conta direito, uma viagem longa pode gerar um valor elevado e ele pode perder o controle dos custos, fugindo do objetivo do produto que é otimizar o uso e gastos.

Repgen ganha placa de reconhecimento da Suhai Seguros

Com o crescimento na operação comercial de Assessoria a Corretores de Seguros da região Nordeste, a Repgen foi premiada com uma placa da Suhai Seguros através da gerente Miriã, que reconheceu a importância da parceria e fez a entrega para o diretor da Repgen, Solon Barretto.

FIEB e CIEB lançam rede de parcerias estratégicas

Rede de Parceiros – Soluções Empresariais conta com empresas parceiras em crédito e seguros, com condições especiais e valores diferenciados para associados

Com o objetivo de aproximar empresas de fornecedores promovendo negociações que possam gerar vantagens para as empresas, a FIEB e o CIEB lançaram a Rede de Parceiros – Soluções Empresariais. A Rede tem parcerias com empresas estratégicas e de segmentos de interesse das indústrias, que oferecem produtos e serviços com condições especiais e valores diferenciados aos praticados no mercado.

Rede de Parceiros – Soluções Empresariais tem início com duas sólidas parcerias: uma em crédito, com a empresa Finpass, que oferece novas soluções financeiras; e outra com a Repgen, na área de planos de saúde e seguros. Vale reforçar que este é um benefício exclusivo para as empresas associadas aos sindicatos e ao CIEB.

A Finpass é um marketplace de crédito voltado para pequenas e médias empresas, que, através de tecnologias de matching, identifica as melhores combinações entre empresas que precisam de crédito e bancos comerciais, fundos e outras fintechs. A parceria busca as melhores oportunidades de crédito, com rapidez e menos burocracia do que os bancos tradicionais, melhores condições de mercado, com prazos e taxas diferenciadas.

O CEO da Finpass, Dan Cohen, destaca que é primeira vez que uma Federação de Indústrias e uma fintech trabalham juntas para beneficiar as empresas. “Acreditamos muito no Estado, são muitas indústrias, que terão acesso a credito muito melhor. Várias instituições financeiras do país que têm interesse em desbravar o estado, e não conseguem porque tem uma área comercial presente, e nós faremos isso, nesta parceria com a FIEB”, comenta.

Já a Repgen é uma administradora de seguros que detém a representação de grandes seguradoras do mercado, com atuação multicanal nos segmentos Corporate, Benefícios, Massificados e Affinity, bem como em serviços de gestão em saúde e logística.

“Fizemos um estudo das necessidades das indústrias em todos os segmentos e buscamos contratos com as nossas seguradoras e operadoras parceiras para trazer os melhores produtos e condições para oferecer as melhores soluções em seguros para a FIEB e o CIEB. Criamos um portal para dar capilaridade e conseguirmos atender plenamente as empresas em todo o estado da Bahia. Nossa estrutura interna conta com consultores 100% dedicados à operação”, afirma Solon Barreto, diretor comercial da Repgen.

O vice-presidente da FIEB, Angelo Calmon de Sá Junior, explica que as parcerias visam apoiar as indústrias na redução de despesas e melhores taxas de financiamento. “São, incialmente, dois parceiros de itens de grande peso no orçamento das empresas. A Finpass traz financiamentos a baixo custo e sem a burocracia dos grandes bancos, sobretudo para as micro e pequenas. Já a Repgen conseguiu tarifas diferenciadas em vários ramos de seguro especialmente para esta parceria”, destaca. Ele lembra, ainda, que seguro é um dos itens de maior custo para as empresas, além da folha salarial e impostos.

Seguro pessoal cresce 14,8% no ano

Fonte: DCI

O mercado de seguros de pessoas (seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção) registrou prêmios de R$ 13,70 bilhões de janeiro a abril.

O valor, que se refere às contratações de coberturas para riscos pessoais, é 14,8% superior aos R$ 11,93 bilhões movimentados de janeiro a abril de 2018, segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 68 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no País.

Os dados do balanço mostram que as indenizações pagas aos segurados no período totalizaram R$ 3,30 bilhões, valor 8,4% maior em relação aos R$ 3,04 bilhões verificados no ano passado.

Na análise por modalidade de produto, o seguro de vida registrou R$ 5,13 bilhões em prêmios nos primeiros quatro meses do ano, correspondendo a uma alta de 9,40%, em relação a igual período de 2018, quando o volume de contratações foi de R$ 4,69 bilhões.

O seguro prestamista, que cobre o pagamento de parcelas realizadas em compras a prazo, no caso de morte ou invalidez do segurado, registrou um volume de R$ 4,4 bilhões em prêmios nos primeiros quatro meses do ano, valor 26,72% maior que o verificado em igual período de 2018.

Comentário REPGEN

A evolução do segmento Seguro de Pessoas é impressionante e as perspectivas futuras são muito promissoras.

O volume de produção e o market share do segmento crescem anualmente, enquanto estão em queda em alguns ramos de riscos materiais, como o Automóvel.

De acordo com Solon Barretto, diretor comercial da Repgen, uma das razões é a consciência maior sobre a necessidade de proteção contra riscos de morte prematura, invalidez e longevidade acima do esperado, com as consequências na dificuldade (ou impossibilidade) de manutenção do próprio padrão de vida e de dependentes.

Nesse contexto, temos os corretores de seguros investindo cada vez mais em capacitação nessa direção de mercado, que possibilita boa rentabilidade e estabilidade de receita, tendo como aliados Cias Seguradoras especializadas ofertando produtos com soluções de proteção para atender à essas expectativas.

Escolher a melhor opção para cada demanda e as seguradoras com produtos mais adequados é o grande desafio.

A Repgen tem contratos de assessoria firmados com as principais seguradoras do mercado e garante a integralidade da receita de corretagem dos corretores parceiros, apoiando-os a ter sucesso nesse nobre segmento.

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