Demanda por seguro viagem deve crescer em 2021, afirma especialista

A arrecadação do setor segurador poderá voltar à casa de dois dígitos em 2021. Segundo a Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, se o PIB confirmar a trajetória positiva nesse próximo ano, com expansão projetada de mais de 3,4%. Uma das áreas que deve alavancar o setor é a do Seguro Viagem. Em tempos de Covid-19, o benefício se tornou um dos itens de maior atenção do consumidor na hora de planejar uma viagem. 

Produto antes ignorado por uma parte significativa dos viajantes, o seguro viagem ganhou uma importância muito maior neste momento. As empresas que atuam no Brasil e internacionalmente se debruçaram sobre as necessidades e demandas dos clientes e criaram novos produtos com cobertura para Covid-19. 

“Em viagens nacionais o consumo desse serviço era mínimo e devido a pandemia ele cresceu exponencialmente. Entendemos que estamos criando novos consumidores. Mesmo com um volume menor de viajantes, teremos um volume maior de compradores de seguro viagem”, explica Julio Galvão, sócio-fundador da Seguros Promo, plataforma de vendas online de Seguros Viagem. 

O impacto gerado pela pandemia é algo que aconteceu muito rapidamente, deixando todos os setores desnorteados, e com pouco

tempo para elaborar um plano reserva. No entanto, segundo Julio Galvão, o que se espera é que 2021 seja um ano melhor em relação a 2020. “A demanda atual está represada. Nossa expectativa é de que, quando dezembro chegar, o balanço mostre que o volume total de seguros vendidos retorne ao patamar de 2019”, enfatiza. 

A pandemia do coronavírus também veio para mostrar que, nem mesmo as empresas mais tradicionais irão conseguir sobreviver, se não contarem com a inovação a seu favor. “Nossos últimos levantamentos mostram que a procura por seguros com cobertura para Covid-19 representa 35% das pesquisas em nosso site. Esse aumento mostra que o consumidor está buscando se informar e nós da Seguros Promo fomos estratégicos ao firmar parcerias com empresas que oferecem a cobertura e, assim, pudemos atender a necessidade desse cliente”, pontua. 

Julio Galvão ressalta que um dos critérios para garantir a recuperação do setor é fazer alianças com empresas que se preocupem com a segurança do cliente. “A oportunidade está nos novos consumidores, em ampliar a visibilidade e a importância do seguro viagem. Continuaremos firmando parcerias com empresas de seguros e companhias aéreas que primam pela qualidade de vida e bem-estar do viajante”, finaliza. 

Fonte: Segs

Motoristas com menos escolaridade tendem a pagar mais por seguro

Os motoristas com menos escolaridade e empregos de hierarquia mais baixa podem acabar pagando mais por seguro de automóveis, ampliando o impacto do racismo sistêmico, de acordo com uma análise da Consumer Reports. 

O grupo de defesa do consumidor buscou cotações de preços de várias seguradoras para uma pessoa hipotética, variando apenas a escolaridade ou o emprego do indivíduo.

A análise, divulgada nesta quinta-feira, descobriu que Progressive Corp. e Geico, da Berkshire Hathaway Inc.’s, cotaram valores mais altos para clientes com empregos de baixa hierarquia, enquanto essas empresas, bem como Liberty Mutual, deram cotações mais altas para clientes com menor escolaridade. 

Algumas seguradoras, incluindo Allstate Corp. e Travelers Cos., não solicitaram informações sobre o emprego ou nível de escolaridade. 

O setor de seguro de automóveis tradicionalmente conta com muitos fatores para determinar quais são os casos com menos riscos, mas o nível de educação e a situação profissional têm sido examinados nos 

últimos anos. Alguns estados, incluindo Nova York, têm instituído novos regulamentos em torno da prática. Califórnia proibiu o uso de gênero para rating de automóveis. 

Consumer Reports disse que os reguladores estaduais deveriam proibir o uso de todos os fatores não determinantes na fixação de prêmios. 

“O que acaba acontecendo é que os motoristas mais ricos tendem a ter acesso a seguro de automóveis com taxas melhores do que os motoristas de baixa renda”, disse Kaveh Waddell, editor-adjunto do laboratório digital do Consumer Reports, em uma entrevista por telefone. 

Muitos fatores 

A Liberty Mutual analisa “dezenas de fatores” permitidos pelos reguladores estaduais ao determinar o risco de um cliente, disse a empresa em um comunicado por e-mail, acrescentando que está comprometida em oferecer seguro de carro justo e com preços competitivos. 

Um porta-voz da Progressive se recusou a comentar imediatamente, enquanto um representante da Geico não respondeu imediatamente a uma mensagem pedindo comentários. 

“Ocupação e educação são apenas duas das muitas variáveis não direcionadas que comprovadamente melhoram a precisão dos preços para várias operadoras, o que leva a preços mais acessíveis e maior

disponibilidade no mercado de seguros mais amplo”, disse a American Property Casualty Insurance Association em comentário enviado por e-mail. 

A Consumer Reports analisou mais de 800 cotações de preços de apólices de nove seguradoras, usando 21 códigos postais em seis estados diferentes e em Washington DC. 

A investigação não envolveu todo o processo de inscrição, o que significa que a Consumer Reports recebeu as cotações iniciais, mas não foi capaz de ver como esses fatores afetaram o preço final. 

Fonte: Money Times

A Figura do Corretor de Seguros É Primordial no Novo Cenário

A tecnologia nos traz inúmeras possibilidades, mas o corretor de seguros é o profissional indicado para tomar o pulso do novo cliente, identificar suas aspirações e compartilhar informações que nos permitam avançar na oferta de produtos e serviços inovadores, focados nas reais necessidades de proteção da sociedade. A afirmação foi feita pelo vice-presidente corporativo da Icatu Seguros, Alexandre Vilardi, em entrevista exclusiva ao Cqcs. 

Segundo ele, o corretor é um consultor com uma responsabilidade social enorme neste processo de sensibilização, de estímulo a uma cultura da proteção, de conscientizar a população e democratizar o acesso às soluções existentes no mercado. “A pandemia trouxe uma urgência e um novo sentido aos investimentos em tecnologias para se desenvolver e criar soluções práticas, alinhadas às necessidades das pessoas. 

A jornada do cliente estará cada vez mais em pauta, pois as novas tecnologias não afetam só o modo como fazemos as coisas, mas principalmente nossos modelos e paradigmas. Estamos discutindo agora como podemos criar soluções práticas – a partir das tecnologias – para uma sociedade mais exigente, que busca eficiência, customização e menor tempo de resposta”, acrescentou. 

Vilardi acentuou ainda que, por conta disso, a Icatu busca oferecer benefícios consistentes ao corretor de seguros e tem feito constantes investimentos em tecnologia como forma de contribuir para que os parceiros possam ter autonomia, agilidade, conhecimento e bons resultados.Um desses investimentos é o Educatu, plataforma online de treinamento e capacitação com conteúdos diferenciados que contribuem para o aperfeiçoamento profissional da força de vendas, um importante diferencial competitivo. 

“São mais de 40 cursos online e gratuitos, de diversas instituições renomadas no país”, destacou o executivo.A Icatu projetou crescimento relevante em produtos de Vida em 2020 e espera repetir esse desempenho com mais vigor ainda em 2021.

De acordo com Vilardi, o seguro de vida é um instrumento relevante para a reorganização financeira familiar e ganhou importância estratégica no decorrer do ano passado por conta das incertezas e da fragilidade da vida, o que acabou trazendo uma nova oportunidade para este ramo. 

“O seguro de vida é pilar essencial de um planejamento financeiro sustentável e as pessoas já começam a estar mais conscientes neste sentido. É um produto que, certamente, continuará em destaque em 2021, sobretudo aqueles voltados a PME ou que funcionam como uma blindagem patrimonial, como os que oferecemos aqui na Icatu, uma proteção que conjuga seguro de Vida e a possibilidade de construir uma reserva”, frisou.Nesse contexto, a Icatu está trabalhando no propósito de atender cada vez mais os segurados em todas as fases de sua vida. 

O objetivo é democratizar o acesso das pessoas a soluções de proteção e planejamento financeiro, buscando sempre “a melhor experiência do cliente e dos corretores com a nossa marca”.O vice-presidente da Icatu acentuou ainda que 2020 será lembrado pela pandemia que acabou por se transformar em um alerta de que os riscos existem, impactam todos indistintamente e de que é preciso estar preparado para enfrentá-los, inclusive por períodos mais longos que o desejado. 

Para ele, em um momento em que cada um redefiniu suas prioridades e passou a ser mais reflexivo sobre legado, a Icatu trabalha “mais do que nunca” para que o propósito de contribuir para um Brasil onde as pessoas estejam financeiramente assistidas e protegidas em todas as fases de suas vidas seja o pilar fundamental em todas as decisões, ações e iniciativas. 

“Vimos um movimento enorme de pessoas interessadas nas lives que realizamos, para democratizar o acesso às informações, tirar dúvidas sobre o cenário econômico, investimentos e planejamento financeiro, e aqui também incluo os corretores, que também buscaram ainda mais nossos cursos de capacitação do Educatu e a utilização da nossa plataforma digital de educação e aprendizagem, que acabou totalmente reformulada”, observou. 

Assim, a companhia buscou acompanhar clientes e parceiros com uma proximidade ainda maior, sobretudo de forma a tranquilizá-los e conscientizá-los sobre resgates e cancelamentos, o que acabou não ocorrendo como o mercado esperava, o que mostra “um amadurecimento do investidor e como o ano serviu como gatilho emocional, tornando as pessoas mais abertas a refletir sobre imprevistos e riscos”. 

Por fim, ele disse que 2020 foi um ano em que “colhemos resultados plantados no período anterior”, lançando um novo produto de Previdência por semana, para todo tipo de investidor, como plataforma aberta e um marketplace reconhecido pelo mercado pela variedade de produtos disponibilizados. 

“Reforçamos também nossos produtos que conjugam seguro de Vida e oportunidade de construir patrimônio, uma proteção completa que funciona como blindagem patrimonial, além de coberturas direcionadas a PMEs. A empresa vem mostrando crescimento em todos os ramos onde atua, a patamares pré-pandemia, o que nos leva a projetar um 2021 extremamente positivo”, concluiu.

Fonte: Segs

Corretores devem ficar atentos sobre multa para quem infringir a LGPD

A multa para quem infringir a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) pode chegar a R$ 20 milhões. O alerta foi feito pelo especialista Aluízio Barbosa, professor da ENS, que, a pedido do Cqcs, esclareceu as principais dúvidas dos corretores de seguros em relação a essa lei. Segundo ele, além da multa de valor elevado, há o risco ainda de condenações judiciais por cada violação de dado cometida.Barbosa explicou que a corretora não precisa solicitar autorização para calcular a renovação do seguro. 

Contudo, ressaltou que será necessária “a autorização expressa” do segurado caso o corretor de seguros queira utilizar os dados para cotar outro seguro diferente do original.Além disso, assinalou que a LGPD permite ao corretor repassar as informações dos clientes para as seguradoras, por se tratar de “obrigação contratual” do profissional.

“O corretor precisa passar os dados para a seguradora para cumprir sua finalidade de cotar o seguro. Esse repasse, com a finalidade específica, está previsto na LGPD”, acrescentou.Outro ponto importante esclarecido por ele foi sobre como “registrar” a autorização do cliente para utilizar em suas pesquisas nas seguradoras. Nesses casos, recomendou que se faça um documento escrito em que conste cláusula expressa de consentimento. 

O especialista advertiu ainda que o corretor de seguros deve ter cuidado com a compra de leads, nos casos de dados que recebe pelo whatsapp de clientes. Ao responder ao corretor preocupado com a proteção desses dados e dos leads de facebook e Google, ele observou que a compra de leads foi proibida pela LGPD. 

“Os dados que o cliente enviar via whatsapp devem ser transportados para servidor seguro de informática a fim de evitar o vazamento e/ou utilização indevida por terceiros”, recomendou Barbosa.Para ele, é indispensável que o corretor de seguros tenha um termo de consentimento ou de compromisso ou ainda uma autorização para uso de dados dos segurados, de preferência “através de documento escrito”. 

Quanto aos termos não permitidos na lei e possibilidade de utilização de programas que ajudem a proteger os dados, Barbosa lembrou que existem no mercado soluções de informática que se propõem a adequar o funcionamento das empresas à LGPD. 

“Basta pesquisar”, sugeriu.Outra situação que gera dúvidas envolve o processo de transmissão da proposta, quando o profissional é obrigado por algumas seguradoras a marcar o flag que autoriza o envio de emails e SMS. Corretores relataram que há segurados que não autorizam essa prática, mas, se não forem marcados os flags, a proposta efetivada não é transmitida. 

De acordo com o professor da ENS, quando isso ocorrer, é fundamental que se obtenha do segurado, através de consentimento escrito, a autorização para envio de emails e SMS. Caso contrário, “haverá violação à LGPD”.Ele também sugeriu que o corretor aconselhe as empresas seguradas a ter algum sistema de proteção. 

“Recomenda-se ter sistema de proteção justamente para melhor proteger a empresa de eventual vazamento dos dados pessoais”, justificou.Barbosa tranquilizou outro corretor que demonstrou receio de infringir a LGPD ao ligar para o cliente e oferecer produtos. O professor explicou que, se o corretor receber os dados de contato do próprio cliente, pode ligar e tentar prospectar a aquisição de outros produtos. 

O que ele não pode fazer é obter os dados de contato dele sem o consentimento do próprio segurado.O mesmo conselho é válido para as corretoras de seguros que ficam dentro de concessionárias de veículos. Neste caso, os vendedores dessas concessionárias não podem passar os dados de seus clientes para o corretor, a não ser que haja o consentimento do consumidor. 

Barbosa comentou ainda a importância de se pedir autorização do cliente para o envio de dados para as seguradoras. “O consentimento é necessário. O ideal é que

na proposta e/ou no questionário se crie uma cláusula de consentimento indicando todas as finalidades de utilização dos dados e se obtenha o aval formal do cliente”, argumentou. 

Por fim, ao ser indagado sobre a melhor forma de controlar o acesso dos funcionários aos documentos dos clientes, ele acentuou que isso deve ser feito através de sistemas que permitam o controle e o registro, com trilha de auditoria, de quem acessou. 

Fonte: Segs 

Ganho de produtividade com tecnologia em corretoras de seguros

O conceito de transformação digital tão comentado nos últimos tempos pode se resumir na reestruturação dos fluxos de trabalho e da comunicação de uma empresa por meio da tecnologia, melhorando seus processos, produtividade e a experiência do cliente. Nada mais é que um upgrade do negócio, utilizando as inovações tecnológicas para otimizar resultados. Esta tendência do mercado pode ser aplicada aos mais variados formatos de negócio e na área de corretoras de seguros não seria diferente. 

Dentre todas as vantagens que a aplicação de novas tecnologias pode trazer nas empresas que utilizam esta abordagem, o ganho de produtividade certamente é um dos pontos mais relevantes. Afinal, negócios mais produtivos em sua grande maioria acabam tendo uma maior disponibilidade para dedicar seus esforços às

oportunidades de melhoria efetivamente mais importantes como, por exemplo, o sucesso e fidelização da sua base de clientes. 

Neste contexto, a formação de parcerias com empresas que oferecem ferramentas que agreguem tecnologia e agilidade à rotina da corretora de seguros é um excelente sinal das possibilidades de crescimento do negócio. Isso porque, na maioria das vezes, o ganho de produtividade representa lá na ponta um maior poder de competitividade no mercado. 

Mas, e que ferramentas podem ser essas? Confira a seguir algumas possibilidades: Parceria ou terceirização de serviços 

A terceirização (ou outsourcing) em alguns processos na corretora de seguros é um fator que pode trazer muito mais agilidade em atividades dentro da empresa. Isso porque você poderá se conectar com outras empresas que carregam uma bagagem de expertise mais robusta na execução de determinados projetos e poderão te entregar de forma mais rápida algo que, se feito internamente, poderia levar mais tempo ou custar um valor mais alto na contratação de especialistas dedicados. 

Alguns exemplos neste caso podem ser a gestão financeira e contábil, departamento pessoal, publicidade, assessoria jurídica, serviços de TI, entre outros. 

Serviços de produtividade 

Parece simples pensar nisso, mas muitas vezes perdemos um tempo considerável com funções que poderiam ser facilmente executadas ao utilizar as ferramentas adequadas para tal. Horas em uma calculadora quando uma planilha no excel resolveria vários cálculos mais rapidamente, a gestão manual das atividades da equipe quando uma plataforma como, por exemplo, o Trello, Monday ou Pipefy poderiam automatizar fluxos internos, dias perdidos em trâmites de assinaturas de documentos através do Correio ao invés de utilizar a assinatura de documentos online em plataformas como o DocuSign ou ClickSign… 

Todos estes exemplos são oportunidades simples, fáceis de contratar e na maioria das vezes muito mais econômicas do que optar pelo modo “tradicional” de realizar tarefas. Em muitos casos, estas mudanças básicas podem trazer resultados surpreendentes no ganho de produtividade para uma cadeia de colaboradores dentro da corretora de seguros. 

Inteligência Artificial 

A tecnologia através da inteligência artificial em sua aplicação para as mais variadas necessidades precisará basicamente de dados para funcionar bem. Neste contexto, suas possibilidades dentro do mercado de seguros é muito ampla e abre um leque de opções de inovação. Isso porque em muitas corretoras a gestão dos dados já é

digital, porém, nem sempre estes dados são analisados com alguma tecnologia que tenha um olhar direcionado para um melhor resultado. 

Aqui, falando de I.A. de forma genérica, duas frentes surgem como as principais para a implantação: 

Chatbots: tecnologia importantes para trazer agilidade focada no atendimento ao cliente interno e externo. Os comandos, linguagem e direcionamentos que o chatbot da sua empresa terá, são peça-chave para que o seu negócio alcance os números objetivados. A boa notícia é que esta tecnologia permite grandes níveis de personalização, criando textos desde a sua base, além de avatar, cores e outros tipos de elementos visuais altamente customizáveis e que remetem à identidade e personalidade da sua empresa. Conheça o Ezok Bot clicando aqui. 

O uso de I.A. para ganhar produtividade: ferramentas como o Ezok Mail podem otimizar o trabalho dos corretores e analistas que precisam ficar monitorando os emails recebidos das seguradoras. A plataforma pode ler quase que instantaneamente diversos emails e gerar um relatório mostrando o que precisa de atenção e outras informações obtidas dessa análise. 

Estes são apenas alguns exemplos de possibilidades dentro do desafio de agregar mais tecnologia às corretoras de seguros visando o ganho de produtividade da equipe e dos processos. É importante que a corretora entenda as soluções que estão surgindo e possa ter as mais adequadas no seu dia a dia para que o foco do negócio seja ajudar seus clientes a fazer a melhor escolha. 

Fonte: NSC Total 

Novas normas merecem atenção especial dos Corretores de Seguros

A Resolução 382/20 do CNSP, que obriga o corretor de seguros a informar sua comissão antes da assinatura da proposta, não é a única norma que atinge direta ou indiretamente o corretor de seguros neste início de ano, embora seja a que mais preocupa a categoria. Há, pelo menos, outras cinco que atingem a categoria. 

Os negócios e o relacionamento com os consumidores estão enfrentando novas mudanças desde o primeiro dia útil de 2021 (04 de janeiro) quando, passaram a vigorar os dispositivos da Resolução 393/20 do CNSP, incluindo o aumento de R$ 500 mil para R$ 1 milhão do valor máximo da multa que pode ser aplicada, por exemplo, a corretores de seguros que descumprirem ou não observarem norma ou regulação de práticas de conduta, no que se refere ao relacionamento com o cliente, ou à política institucional de conduta. 

Como o Cqcs noticiou isso se aplica no caso de descumprimento da Resolução 382/20. O valor mínimo da multa também foi aumentado, de R$ 10 mil para R$ 30 mil.A Resolução 393/20 estabelece as seguintes sanções administrativas para os corretores: suspensão do exercício de atividades ou profissão; inabilitação ou cassação da autorização para o exercício de atividade; e cancelamento do registro.FLEXIBILIZAÇÃO. A Susep também está implementando novas regras para os seguros de danos (massificados e de grandes riscos). 

A principal novidade é o fim da padronização dos produtos, fato que, segundo especialistas, também afeta os corretores de seguros, que precisarão se adaptar rapidamente à nova realidade. “Não basta ser habilitado e seguir os padrões atualmente conhecidos e mínimos. O novo cenário requer aperfeiçoamento técnico constante e conhecimento com excelência. 

O corretor de seguros precisa se reinventar”, alerta o consultor Walter Polido, diretor Jurídico da Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR).INFORMAÇÕES. Ainda no dia 04 de janeiro entraram em vigor as novas regras para o envio de informações para a Susep referentes às operações de seguros com pessoas não residentes no Brasil e às informações mensais para o balanço de pagamentos. 

Foram feitas alterações no que concerne às informações para o balanço de pagamentos referentes a operações de seguros, resseguros, retrocessão, capitalização e previdência complementar realizadas com pessoas físicas e jurídicas não residentes no país.As informações requeridas abrangem, entre outros, a intermediação e a comissão de resseguro ou retrocessão. 

LAVAGEM: Já a Circular 612/20 da Susep lista regras, procedimentos e os controles internos destinados especificamente à prevenção e combate aos crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de bens, direitos e valores ou aos crimes que com eles possam relacionar-se.

As regras também devem ser seguidas por corretores de seguros. A norma estabelece que os corretores de seguros, quando seu faturamento bruto anual for inferior a R$ 12 milhões no exercício precedente, devem criar controles compatíveis com os riscos de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo incorridos em suas operações. 

QUEIXAS. Também há mudanças geradas pela decisão do Governo de retirar da Susep a responsabilidade pelo registro de reclamações dos consumidores, que deverão recorrer, agora, ao site consumidor.gov.br, plataforma digital vinculada à Secretaria Nacional de Direito do Consumidor – Senacon, órgão do Ministério da Justiça. 

A Susep, que deve monitorar e analisar periodicamente os registros feitos na plataforma, garante, no entanto, que a ferramenta permitirá a resolução de conflitos de consumo de maneira desburocratizada e rápida, o que ajudará na redução da judicialização do consumo. 

Segundo a autarquia, o objetivo é garantir a efetividade da plataforma, melhorar a regulação e a supervisão do mercado, além de divulgar informações sobre o setor para o público, induzindo um melhor atendimento dos consumidores. 

Fonte: SEGS 

Corretor, saiba como fazer relatório comercial de vendas

O relatório comercial de vendas é fundamental para avaliar o desempenho da equipe como um todo e também de forma individualizada. Na visão do fundador e CEO da TEx, Omar Ajame, sem uma boa definição de como ele deve ser elaborado e formatado, uma corretora pode passar muito tempo sem um diagnóstico preciso sobre o que pode fazer para melhorar resultados. 

“Os relatórios de vendas funcionam como um painel indicador de sucesso da empresa e fornecem informações relevantes para tomada de decisões, o que não pode ser feito no escuro”, explica o empreendedor. 

Ele aproveitou o blog da insurtech para ensinar como elaborar um bom relatório comercial de vendas. 

“Do ponto de vista da operação, o relatório comercial também é fundamental para monitorar o volume de trabalho de cada corretor, além de permitir propor mudanças e adequações mais pontuais, que ajudem a equipe a se desenvolver no dia a dia. Ao acompanhar quantas vendas

foram realizadas pelo corretor, os eventuais gastos com transporte de cada um deles, o número de contratos por região e por canal, por exemplo, o líder consegue direcionar o trabalho de modo a buscar melhoras de resultado”, destaca. 

Para conferir todas as dicas de Ajame, acesse o link: https://www.textecnologia.com.br/blog/gestao/relatorio-comercial-de-venda s/.

Fonte: CQCS

Corretor, fique atento para não ser expulso do Simples Nacional

Todos os empresários que optaram pela adesão ao Simples, incluindo os corretores de seguros, devem ficar atentos principalmente quanto às mudanças na tributação, para não correrem o risco de serem até expulsos desse sistema simplificado de pagamento de impostos. 

O Jornal Contábil publicou matéria alertando que a legislação prevê a possibilidade de expulsão, mas nem todos os empresários estão cientes desse risco.Para evitar essa ameaça é importante acompanhar as mudanças na tributação que ocorrem anualmente.Isso porque há vários motivos para uma empresa ser removida do Simples Nacional, punição imposta pela Receita Federal, a quem cabe avaliar todos os anos o cumprimento adequado das leis pelos optantes. 

De acordo com o texto da notícia, o objetivo é conferir se as empresas estão, de fato, seguindo as regras diante do enquadramento tributário.Caso apure qualquer divergência nessa avaliação, a Receita envia uma advertência para a empresa alertando sobre o risco de exclusão. Dependendo do caso, o órgão pode conceder alguns dias para que a empresa regularize a situação. 

Mas, se neste prazo, a situação não for regularizada, a exclusão será uma realidade para o ano seguinte.Entre os principais motivos para a empresa ser expulsa do Simples Nacional consta a sua atuação em uma das diversas atividades que não podem ter o enquadramento do Simples Nacional. A lista completa de segmentos que não se encaixam neste regime está disponível no CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas).Além disso, há casos em que o optante ultrapassa o “limite de faturamento” mensal, uma vez que, para se enquadrar nesse regime, é necessário faturar até R$ 4,8 milhões por ano.Quando a empresa ultrapassa esse limite é obrigada a mudar para outros regimes de enquadramento como “Lucro Real” ou “Lucro Presumido”.

As dívidas também podem ocasionar a expulsão do Simples. Por essa razão, é fundamental que as empresas enquadradas paguem seus impostos em dia, até porque as guias foram simplificadas com o objetivo de facilitar a vida do gestor. Nesse contexto, é preciso ter um cuidado redobrado em relação às dívidas com o INSS. Neste caso, se houver débitos, é certo que haverá exclusão. Outro requisito que nem todos conhecem é a obrigatoriedade de todos os sócios da empresa serem “pessoas físicas”. Caso haja uma pessoa jurídica no quadro societário, pode ocorrer a exclusão do Simples.

Fonte: CQCS

Seguro é indispensável para garantir um ano tranquilo

Apesar de não podermos prever quando alguma coisa indesejada irá acontecer, é possível se prevenir. A melhor forma de fazer isso é contratando um seguro 

O ano de 2021 já chegou. Depois de um ano como 2020, nada melhor do que começar esse novo ciclo mais protegido. Apesar de não ser possível prever quando alguma coisa indesejada irá acontecer, é possível se prevenir. A melhor forma de fazer isso é contratando um seguro. Alguns produtos são considerados indispensáveis para caso aconteça algum imprevisto, como o seguro de vida, residencial e de automóvel. 

Segundo Luiz Carlos Gama Pinto, diretor executivo da corretora de seguros Bancorbrás, contratar um seguro é um meio de garantir um amparo financeiro em um momento de dificuldade. “É uma forma de ajudar o cliente a se reerguer em uma situação inesperada”, afirma. 

Uma doença grave, um assalto à residência, um acidente de carro ou até mesmo a necessidade de uma consulta emergencial para o pet são alguns exemplos de acontecimentos inesperados que necessitam de suporte e proteção financeira. “Para garantir um ano seguro é preciso pensar em todos os aspectos do dia a dia, desde a casa até a própria saúde”, diz.

Seguro de Vida 

O seguro de vida oferece cobertura em caso de afastamento do trabalho por doença ou acidente; pagamento do valor contratado em caso de doença grave ou invalidez por acidente; pagamento de despesas médicas e hospitalares; antecipação do pagamento da cobertura em caso de doença terminal e outras. Além disso, o produto também oferece assistência funeral em caso de falecimento. 

Seguro Residencial 

O seguro residencial cobre danos ocasionados por incêndios, quedas de raios e explosão causada por gás empregado no uso doméstico e suas consequências, como desmoronamento, despesas com combate ao fogo, desentulho do local e assistência 24 horas. Segundo Luiz Carlos, o produto também oferece assistências que ajudam a evitar despesas inesperadas no dia a dia, como, por exemplo, o check-up para idosos e crianças, que tem como objetivo prevenir e inspecionar a casa para evitar que acidentes ocorram; e às voltadas pets e bicicletas. 

Seguro Auto 

O produto oferece proteção contra danos causados por colisão, incêndio acidental, roubo ou furto, inundação, queda de objeto sobre o veículo e também danos em consequência de acidentes aos pneus ou à pintura. O serviço também conta com a cobertura de Responsabilidade Civil Facultativa, a qual se o motorista segurado for responsável por algum acidente que resulte em danos materiais ou corporais a outras pessoas, a seguradora paga as despesas. “O seguro auto é fundamental para a tranquilidade do motorista”, afirma. Além de assistência 24 horas, os clientes têm a oportunidade de personalizar o produto de acordo com as necessidades do veículo.

Fonte: CQCS

Trabalha com RC Profissional? Veja esse exemplo de sinistro

Quando um engenheiro é responsabilizado por um acidente que tenha vítimas ele pode ser condenado cível e criminalmente. Isso mesmo, criminalmente porque se houve imperícia, o ato dele pode ter provocado um homicídio culposo.Mas será que a culpa pelo evento foi realmente do profissional? 

Ele precisará se defender, contratar um excelente advogado e um assistente para a defesa (perito especializado no evento ocorrido), afinal o juiz não é engenheiro, portanto ele precisará contar com uma boa defesa para explicar que fez tudo que era exigido de um profissional diligente.

É justamente para isso que serve a apólice E&O (Responsabilidade Civil Profissional). Pois com o seguro E&O ele poderá contratar os profissionais especializados para realizar sua defesa.

Se for condenado a homicídio culposo ele não terá que devolver os custos de defesa, pois não se trata de crime doloso, portanto, fique atento: – Não são todas as seguradoras que oferecem cobertura criminal, você precisa ficar atento às condições gerais na hora de escolher a melhor solução para o seu cliente!

Venha falar conosco!! Ofereça SEMPRE a MELHOR proposta!

Repgen Soluções em Seguros e Resseguros

Créditos do exemplo de sinistro: https://youtu.be/lfxdnd9zw9s – Thabata Najdek

Fonte: CQCS

Corretores não voltarão a ser o que eram

Os corretores de seguros jamais voltarão a ser o que eram em termos de visitas presenciais. Nas grandes capitais, antes da pandemia, faziam duas ou três visitas por dia. Agora, na telinha, podem fazer 12 ou 15 e até 20 e aproveitar o seu bem mais valioso, que é o tempo. A afirmação foi feita pelo CEO da MAG Seguros, Helder Molina, ao participar, nesta terça-feira (08) da edição de dezembro do “Bate Bola”, em um bate-papo com Gustavo Doria Filho, fundador do CQCS. Ele fez um balanço do que foi feito durante a pandemia, analisou os avanços e conquistas obtidos e anunciou o que a companhia vai fazer no próximo ano.

Mesmo se dizendo “bastante otimista”, ele admitiu que foi surpreendido pela adaptação do mercado, e dos corretores de seguros, ao novo cenário criado pela pandemia. Segundo Molina, a MAG foi obrigada a colocar os funcionários em home office em dois dias e havia o receio do que ocorreria. “Mas, tivemos uma surpresa muito agradável. As pessoas passaram a colaborar como eu nunca tinha visto, ficamos uma companhia mais forte” comentou, acrescentando que colaborou também o fato de a companhia vir investindo alto em tecnologia e inovação já há alguns anos. “Foi uma aposta que deu certo. Já em 2019, 90% das vendas foram feitas por meio digital. Quando a pandemia chegou, a companhia estava preparada, com passos bem traçados. Nos primeiros 15 dias, treinamos mil corretores em plataforma que consegue colocar todos os produtos e tudo tem funcionado perfeitamente”, comemorou o executivo.

Ele elogiou ainda a reação dos corretores, que rapidamente se adaptaram. O resultado foi o crescimento médio de 20% das vendas da seguradora.

Mais que isso, a companhia ficou mais próxima dos seus parceiros, através de vários projetos e programas desenvolvidos.

Foi criado, por exemplo, um portal de seguros coletivos, que ajuda o corretor a fazer a gestão de suas apólices. Em outro projeto, a MAG incentivou os corretores a apresentarem ideias. Mais de 100 sugestões foram apresentadas, sendo que muitas já foram implementadas e a grande maioria está em processo de implantação.

Para Helder Molina, a pandemia também mexeu com a percepção da sociedade sobre os seguros de pessoas, o que deve incluir essa modalidade entre aquelas que vão sair da crise com maior importância. “Não éramos percebidos, Mas, a cultura do seguro de vida aflorou através da pandemia”, observou.

O novo cenário incentiva a companhia a fazer planos ambiciosos para os próximos anos. Mais de 20 produtos foram lançados durante a pandemia e outros estarão prontos no primeiro trimestre de 2021.

Entre as novidades, está a entrada da MAG no mercado de on-demand (sob demanda), através de projeto aprovado no sandbox regulatório da Susep, que credenciou o grupo a lançar seguradora que atuará nos ramos vida e ramos elementares (seguro residencial). “O seguro on-demand é o caminho do futuro. As pessoas vão querer comprar o que elas tangibilizam de importância naquele momento, o que precisam, o que querem. E a gente caminha a passos largos para oferecer isso”, assegurou Molina.

Para que esses projetos ofereçam o resultado esperado, a MAG aposta alto na parceria com os corretores.

Nesse contexto, Helder Molina frisou que há na seguradora a certeza de que, sem os corretores, não há como comercializar os seguros de pessoas, que pode estar sempre perto do cliente, presencial ou remotamente, para analisar a vida da família e recomendar os produtos corretamente.

Fonte: CQCS

Corretor veja como aproveitar as oportunidades da retomada do setor de seguros

O ano de 2020 foi repleto de desafios para os mais diversos setores e, no caso das corretoras de seguros, não foi diferente. Atento ao cenário, o CEO da Quiver, Fernando Rodrigues, escreveu um artigo para indicar algumas das soluções desenvolvidas pela insurtech que podem ajudar corretoras a superarem limites e aproveitarem as oportunidades nestes tempos de transformação. O texto foi publicado no Blog Soluções para Corretoras.

“A Quiver, como uma empresa de vanguarda e líder de mercado em soluções e tecnologia para corretora de seguros que, há quase 30 anos vem auxiliando corretores de seguros a superarem seus limites e adversidades como esta, mais uma vez, se reinventou para proporcionar todo o suporte ao corretor nestes novos tempos. Antecipamos o lançamento de novas soluções com o intuito de fornecer aos corretores de seguros de todos os portes, as ferramentas necessárias para a reinvenção e embarque no universo digital com base no cenário atual”, destaca Rodrigues.

Ele lembra que a Quiver é líder de mercado no ramo de soluções para corretoras de seguros e conta com gestão, processos e metodologias baseadas em padrões internacionais. De acordo com o executivo, a insurtech oferece soluções completas para gerenciar corretoras de seguros de um jeito simples e eficaz, ajudando a alcançar novos patamares de desempenho e rentabilidade através de soluções inteligentes em gestão, multicálculo e gestão de benefícios empresariais.

“Sabemos que um dos maiores desafios das corretoras, independente de seu porte, é otimizar e tornar sua gestão mais efetiva, melhorando assim, processos internos, atendimento ao cliente e controle de prêmios e extratos de comissão. Com base nestas necessidades, desenvolvemos, ao longo dos anos, diversas soluções em gestão para auxiliar as corretoras de seguros a superar seus desafios e tornar a gestão de seus negócios muito mais automatizada e eficaz, resolvendo as principais dificuldades enfrentadas por elas em diversos processos”, pontua Rodrigues.

Para conferir todas as dicas do CEO da Quiver, acesse https://solucoesparacorretoras.quiver.net.br/veja-como-aproveitar-as-oportunidades-da-retomada-do-setor-de-seguros-com-a-quiver/.

Fonte: CQCS

Estudo prevê um crescimento global dos prêmios de seguro de 3,4%, em termos reais, em 2021

Um novo estudo da Sigma, da Swiss Re, divulgado no site Reinsurance News, prevê um crescimento global dos prêmios de seguro de 3,4%, em termos reais, em 2021, após uma contração de 1,4% neste ano devido ao impacto da pandemia COVID-19. Contração, esta, menor que a de 2,8% prevista pela Swiss Re no início deste ano.  

A esse respeito, o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano afirmou: “A nossa avaliação é de que o pior da crise já passou, permitindo que o segurador brasileiro crescesse 7,7% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2019. Entretanto, ainda mais importante que esse crescimento, mesmo em um momento tão delicado e tão acima de outros segmentos da economia, foi a possibilidade de o setor segurador brasileiro ter a sua resiliência reconhecida e sua importância ainda mais valorizada em relação à proteção das famílias e do patrimônio de milhões de brasileiros”  

Sobre a GFIA 

A Federação Global de Associações de Seguros (GFIA, na sigla em inglês) é uma associação sem fins lucrativos criada para representar as associações de seguros nacionais e regionais que atendam aos interesses gerais das empresas de seguro de Vida, Saúde, Seguros Gerais e Resseguro. A instituição tem como objetivo fazer representações aos governos nacionais, reguladores internacionais e outros em nome do mercado segurador mundial. Com 40 instituições associadas, entre elas a CNseg, a GFIA representa cerca de 87% do total de produção de prêmio de seguros no mundo. 

Semanalmente, a GFIA distribui aos seus membros um Boletim com um compilado de consultas, publicações e notícias com o objetivo de contribuir para um diálogo internacional sobre questões de interesse comum do mercado segurador. 

Para mais informações sobre a GFIA, acesse seu site institucional: http://www.gfiainsurance.org/en/ 

Fonte: CQCS

Com a pandemia donos de carros querem seguros mais baratos

De acordo com dados levantados e analisados pela TEx, instituto de pesquisa sobre seguros, a pandemia levou os consumidores a mudarem seus costumes. O estudo mostra que a contratação de seguros mais enxutos, que cobre somente eventos de roubo e furto, aumentou 45% em novembro de 2020, em relação a março deste ano.

Segundo Genildo Dantas, gerente de inteligência de dados da TEx, esse aumento está relacionado à diminuição do poder aquisitivo, e também pela redução do deslocamento das pessoas devido ao período de quarentena e isolamento social.

Além disso, cresceu em 5% o total de clientes que parcela a contratação do seguro em 10 ou mais vezes. O índice agora é de 43% de todas as contratações.

O valor do seguro também se reduziu. O preço das renovações de seguro caíram em 15% durante a pandemia. Já para os seguros novos a redução foi menor, cerca de 5%.

Na opinião de Genildo, a queda dos preços só não foi maior porque as seguradoras trabalham com visão de longo prazo. “O preço de um seguro contratado hoje tem que levar em consideração a projeção para os próximos 12 meses, e ainda existe muita incerteza pela frente”, conclui.

Houve mudanças também na quilometragem total rodada pelos entrevistados. Enquanto antes da pandemia os motoristas declaravam dirigir 1.440 km por mês, em junho de 2020 essa média baixou para 1.161 km (aproximadamente 20%).

[Esta matéria conta com informações do Portal do Trânsito]

Fonte: CQCS

Vazamentos de dados do TSE e Ministério da saúde devem chamar atenção dos Corretores de Seguros

Nas últimas semanas, o país foi surpreendido pelas notícias de dois vazamentos de dados em órgãos públicos que reúnem informações de boa parte da população brasileira: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério da Saúde. Fato cada vez mais comum em tempos de isolamento social e trabalho em home office, o vazamento de dados, principalmente causado por hackers, preocupa empresas e pessoas. Não por acaso, o seguro cibernético está entre as carteiras que mais cresceram ao longo da pandemia. 

Mas, será que o corretor de seguros está adequadamente preparado para atuar nessa modalidade?

Segundo o especialista em risco cibernético da Aon Brasil, Marco Mendes, vender uma apólice de Cyber é fácil quando o profissional entende onde ela se encaixa.

Ele ressalta, contudo, que o mais difícil é construir esse entendimento e, indo mais adiante, construir esse entendimento junto ao cliente. “O cyber envolve mais do que só o seguro. É preciso trabalhar em conjunto com a empresa para traçar estratégias eficientes de contingenciamento de risco”, frisa o especialista, em entrevista ao CQCS.

Mendes acrescenta que é preciso também se atualizar a respeito do produto e acompanhar o que ocorre no mundo, já que esse é um seguro “fortemente afetado pelos acontecimentos do mercado”.

Já o superintendente de Linhas Financeiras e Seguro Garantia da Zurich no Brasil, Fernando Saccon, afirma que os corretores “são fundamentais” no processo de distribuição e multiplicação do conhecimento do produto. 

Ele sugere que a categoria busque esse conhecimento constantemente e revela que a Zurich, para ajudar seus parceiros, oferece amplo material e uma equipe comercial muito bem preparada para ajudá-los no que for necessário. “Contamos com uma ampla rede comercial com 28 filiais, além de 12 atendimentos mobile espalhados pelo Brasil. Isso nos permite realizar e reforçar muitas ações ao redor do país junto aos corretores, além de estarmos presentes estrategicamente nas mais diversas localidades”, detalha.

Ele diz ainda que o Zurich Proteção Digital é um produto com muita oportunidade no mercado nacional e cujo interesse tem crescido bastante ao longo dos últimos anos, seja por conta do aumento dos ataques cibernéticos ou da melhora na governança, “que se tornou assunto imprescindível às empresas”.

COBERTURAS. 

Quanto às possíveis coberturas deste seguro para o vazamento de dados, os dois executivos asseguram que há garantias diferentes para os danos e prejuízos causados por essas informações. “A apólice pode funcionar como um mecanismo substancial de redução dos custos atrelados ao evento, cobrindo os custos de investigação forense do incidente, por exemplo. Isso permitiria compreender a natureza, origem e possíveis desdobramentos do evento”, explica Marco Mendes, citando o exemplo da invasão ao TSE.

Segundo ele, com base nas informações que foram divulgadas a respeito desse ataque, trata-se de uma ação de Hacktivismo. Neste caso, o passo mais importante é verificar se uma eventual apólice do TSE não preveja nenhuma exclusão para hacktivismo como fato gerador de uma reclamação passível de cobertura. “Ainda, em função da instabilidade de rede causada pelo ataque de dados, poderia ser acionada a cobertura de custos relacionados ao restabelecimento da rede. Em seguida, caso houvesse uma situação de lucros cessantes, o TSE poderia também solicitar o reembolso para essa perda financeira. Coberturas como gerenciamento de crise de imagem poderiam também ser usadas para endereçar o assunto publicamente”, observa o especialista.

Mendes disse ainda que somente em caso de acionamento por parte de terceiros afetados pelo vazamento de dados é que o TSE poderia recorrer aos custos de defesa e demais coberturas relacionadas à responsabilidade civil que a ele seria atribuída. Destacou também que as coberturas desta apólice são acompanhadas de um serviço agregado oferecido por quase todas as seguradoras de coordenação (junto ao segurado) das estratégias imediatas de resposta ao incidente, levando em consideração quais serviços seriam necessários, quanto custariam e qual seria a resposta da apólice para isso.

Além disso, existem coberturas para a recuperação dos dados, caso fossem perdidos, notificação individual de partes afetadas, e, se fosse investigado administrativamente, poderia responder por isso também – podendo até ter as multas endereçadas dentro da apólice.

Por sua vez, Fernando Saccon frisa que o “Zurich Proteção Digital” também é um seguro de proteção de dados, que ajuda a evitar eventuais perdas financeiras, devido à violação de privacidade ou de segurança de informações. “É, portanto, um seguro que cobre o pós-evento; não é um antivírus. Ele oferece coberturas para perdas financeiras decorrentes da responsabilidade civil do segurado perante terceiros; recuperação de ativos digitais; interrupção de negócios; investigação forense; extorsão; pagamento de multas, inclusive em razão de riscos advindos da LGPD. Além disso, possui um serviço amplo de pós-incidente que auxilia a empresa na atuação no evento sofrido (simples vazamento de dados ou ataque cibernético), a fim de mitigar seus efeitos danosos com profissionais especializados nas mais diversas frentes como jurídica, contábil, relações públicas, investigação, entre outros serviços essenciais para esse momento tão difícil”, destaca o executivo.

Os dois entrevistados também concordaram que esse tipo de ataque será cada vez mais comum daqui para frente.

Para Mendes, da AON, hacktivismo não é novidade, tão pouco o método usado, que foi o ataque de dados. “Há relatos de atividades hacktivistas há bastante tempo, e o hacktivismo sempre foi uma ferramenta de protesto. Através dele é possível ganhar alcance e velocidade na disseminação da mensagem pretendida, a identidade não precisa ser revelada e, dependendo do modus operandi, os hacktivistas podem conseguir fazer declarações inexatas, comprometer receitas, ou até cometer calúnia, injúria e difamação em nome da empresa”, alerta.

Ele ressalta ainda que existem muitos estudos feitos por empresas especializadas em segurança da informação que sinalizam a gravidade do assunto.

Mendes adverte ainda que o Brasil já é conhecido como um dos países mais vulneráveis do mundo, mesmo que em alguns âmbitos, como o bancário, sejamos referência para várias outras nações. “Aqui, o modo mais usado para atacar pessoas e empresas é o phishing e o mecanismo usado para operar esse ataque é o ransomware, ambos são simples porém eficientes, além de serem amplamente conhecidos. A busca desenfreada por informações nos torna mais descuidados e mais suscetíveis a cair num ataque”, aponta o especialista.

Visão idêntica tem o executivo da Zurich. Para Fernando Saccon, quanto mais a sociedade se torna digital, um caminho sem volta para empresas e pessoas, maiores os riscos de ataques. Nesse contexto, torna-se cada vez mais importante contar com meios de se proteger e, caso aconteça, mitigar os danos causados por um ataque cibernético. “O seguro cibernético é universal, já que companhias de todos os portes e segmentos de atuação hoje estão conectadas, em maior ou menor grau à internet e precisam proteger os dados”, assevera.

Saccon projeta ainda que as coberturas para riscos cibernéticos deverão se consolidar entre os seguros mais vendidos em um futuro próximo, justamente pelo fato de empresas e pessoas serem cada vez mais digitais, com dados cada vez mais expostos no universo online. “Pode-se acreditar que, sim, é um dos produtos de seguro que deve ter demandas crescentes”, conclui.

Fonte: CQCS

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