Norma da Susep dispensa emissão de apólice e veda cobrança de custo de emissão

As seguradoras não terão mais que emitir e entregar documentos, como apólices ou endossos, para os segurados por ocasião da contratação do seguro, podendo apenas disponibilizá-los, na forma já prevista pela Circular 621/21 da Susep. A novidade irá constar na futura circular que a autarquia irá publicar, contendo regras para aceitação e vigência do seguro, a emissão e os elementos mínimos dos documentos contratuais. 

Na exposição de motivos, a Susep adiantou que, caso opte por apenas disponibilizar tais documentos, sem envio aos segurados, a seguradora deverá comunicar essa decisão ao cliente, por “meio hábil”. 

Já nas ocasiões em que decidir emitir e enviar a documentação, a companhia terá que observar o prazo de até 15 dias contados da aceitação da proposta, como na regra atual. 

No caso específico da emissão de bilhetes, tanto o envio do documento quanto a disponibilização ao segurado deverá ocorrer de “forma tempestiva”, não especificada pela Susep na exposição de motivos. 

Outra novidade é que a futura circular irá incorporar, oficializando, assim a medida, os dispositivos da Carta Circular 07/2012, consolidando o veto à cobrança do custo de emissão de documentos contratuais, dentre outros, separadamente do prêmio do seguro. 

Uma minuta desse circular permanecerá em consulta pública até o dia 15 de julho. Fonte: CQCS

Corretores poderão ampliar seus ganhos significamente com ofertas de crédito

Na terceira parte do “Bate-Bola com Gustavo Doria Filho”, o sócio do C6 Bank, Marcos Massukado, enfatizou as oportunidades que o C6 Bank disponibiliza aos corretores e o que vem de novidade que pode impactar na sua atividade. “Hoje, já oferecemos para os corretores distribuírem conta corrente para cliente pessoa jurídica, além da maquininha. Isso amplia a base de clientes dele, porque os clientes passam a indicar novos lojistas como clientes. E lembrando que a receita da máquina de cartões é recorrente”, destacou. 

Atendendo a interesse dos clientes e surgindo como uma nova oportunidade de ganhos para os corretores, o C6 está lançando a concessão de crédito para pessoa jurídica através das máquinas. “Estamos projetando que isso deve ser o carro-chefe dos corretores, já que a oferta de crédito para nossos clientes jurídicos deve aumentar muito”, explicou. Para o executivo, quando se olha o balanço dos grandes bancos brasileiros a receita de crédito é muito importante e a partir deste movimento do C6 o corretor vai poder participar da comissão através da distribuição da oferta de crédito. 

Atendimento C6 Seg: 

WhatsApp: 31 981183329 

Telegram: basta buscar por “Som.us” (nome anterior da C6 Seg); em breve, o nome será atualizado para Atendimento C6 Seg 

Telefone: 0800 591 4029

E-mail: atendimentoc6seg@cg-sc.com.br 

Fonte: CQCS 

Corretores precisam ficar atentos especialmente a duas situações envolvendo LGPD

Em live realizada na tarde da última quinta-feira (17), a Qualicorp trouxe a advogada especialista em direito digital e proteção de dados, Ana Amélia Menna Barreto, para falar sobre a Lei Geral de Proteção de Dados. Para a advogada, é possível olhar para a lei como oportunidade de negócio, mas é preciso ter em mente que é uma mudança cultural muito grande no que se refere à proteção dos dados. “A lei trouxe regras novas de cumprimento obrigatório para a privacidade da pessoa em relação aos dados. A qualquer momento o cliente pode pedir informação sobre o tratamento que você dá aos dados e a empresa deve ser ágil em dar este retorno. Podemos dizer que hoje menos é mais: menos dados, menor risco e mais segurança”, salientou. 

Ana Amélia destacou que o corretor deve ficar especialmente atento a duas situações: armazenagem de dados em seu computador e em relação a dados sensíveis. “A LGPD fala sobre coleta, uso, arquivamento e transmissão de dados. Portanto, até o arquivamento feito no próprio computador é considerado armazenamento. Em relação aos dados sensíveis, a lei é clara que eles só podem ser usados com autorização do cliente para uma finalidade específica. Qualquer outro uso é passível de sanções”, alertou. A lei, lembra ela, é válida para pessoas físicas e jurídicas que realizem tratamento dos dados para fins econômicos. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados já está atuando e alguns Procons, como o de São Paulo, já possuem registro de atendimento da reclamação dos titulares. 

Para as empresas que descumprirem a lei, a punição pode ir desde multas até a suspensão da atividade. No entanto, a advogada ressalta que existe um dano que é

de difícil mensuração e grande impacto: o dano à reputação. “O prejuízo reputacional é irreversível e o efeito rebote desse incidente de segurança é letal. Quem vai querer continuar sendo cliente da empresa depois de um incidente de vazamento de dados?”, questiona. Dependendo da situação, uma única ação de violação de tratamento de dados pode incidir concomitantemente a aplicação da multa simples quanto diária. “Os princípios da lei são confiança e transparência, o que é bom para todos. Afinal, nenhuma empresa quer ser reconhecida como portadora da má reputação”, concluiu. 

Fonte: CQCS 

Setor de seguros cresce 15,5% no primeiro quadrimestre

A arrecadação chegou a quase R$ 93 bilhões no período, considerando seguros de danos, de benefícios e o segmento de capitalização 

O setor de seguros teve alta de 15,5% entre janeiro e abril de 2021, em relação aos quatro primeiros meses do ano passado, totalizando uma arrecadação de R$ 92,7 bilhões. Os números, apurados pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), consideram os seguros de danos (materiais e responsabilidade contra terceiros), de benefícios (vida e previdência, principalmente) e o segmento de capitalização, e exclui seguros de saúde e o DPVAT (seguro obrigatório). 

Só em abril, com movimentação de R$ 21,5 bilhões, o crescimento foi de 36,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O desempenho foi puxado pela expansão nas vendas de planos de previdência do tipo VGBL, que chegou a 96,8% em relação a abril de 2020. Com isso, as provisões técnicas do setor alcançaram R$ 1,213 trilhão, 8,8% acima do registrado um ano atrás. 

O crescimento forte nos primeiros meses de 2021 também é explicado pela base de comparação, comprimida em função do impacto da pandemia de coronavírus no ano passado.

Segundo o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, o cenário do primeiro quadrimestre não permite cravar uma expectativa para o restante do ano. “O cenário neste ano corrente dependerá crucialmente do tamanho da taxa de aumento do PIB para abrir espaço à recuperação de ramos de seguros caudatários da produção industrial, agrícola e comercial, que é o caso dos grandes riscos patrimoniais”, disse. “E dependerá também do incremento da renda pessoal e do emprego, combustíveis da demanda por produtos básicos patrimoniais, cobertura de vida, previdenciários, saúde suplementar e capitalização”. 

No acumulado do ano, segundo a CNseg, os segmentos de destaque foram a Cobertura de Pessoas (com expansão de 18,5%), seguido por Danos e Responsabilidades (12,4%) e Capitalização (5,3%). 

Fonte: Infomoney 

Banco não pode impor contratação de seguro em financiamento de carro

É vedada a imposição de contratação de seguro de proteção financeira e outros encargos desnecessários para o financiamento, notadamente quando celebrado no próprio contrato principal, porque constitui na prática de venda casada, devendo ser extirpada. 

Assim entendeu a 11ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo ao reconhecer a abusividade da cobrança de seguro e de título de capitalização premiável em um contrato de financiamento de carro. A instituição financeira deverá devolver ao cliente os valores pagos indevidamente. 

O relator, desembargador Walter Fonseca, lembrou que a ilegalidade da tarifa de seguro já foi reconhecida pelo STJ, ao julgar o REsp 1.639.320, sob o rito dos recursos repetitivos. O entendimento é de que, nos contratos bancários em geral, o consumidor não pode ser compelido a contratar seguro. 

“Isso porque, ao consumidor não é dada a opção da contratação de seguro em outra instituição diversa, configurando a prática da venda casada, vedada pela legislação consumerista”, afirmou Fonseca. 

No caso dos autos, segundo o magistrado, o seguro consta no próprio contrato de financiamento, “restando inequívoco o condicionamento da concessão do financiamento à adesão do seguro proteção financeira, a caracterizar a venda casada”. 

O mesmo raciocínio foi aplicado à cobrança do título de capitalização premiável. “Não se trata de um encargo necessário ao financiamento do veículo, e nem mesmo de um contrato acessório àquele, mas de um negócio absolutamente distinto ao objeto do negócio jurídico”, disse. 

Além disso, afirmou Fonseca, o título também não foi contratado separadamente, mas em conjunto com o seguro, em um mesmo campo do contrato de financiamento, “impossibilitando a escolha do financiado, caracterizando mais uma vez a venda casada, que deve ser coibida”.

Juros abusivos 

A turma julgadora também considerou abusiva a taxa de juros para os períodos de inadimplência, fixada em 14,20% ao mês. O relator disse que, conforme entendimento do STJ, os encargos remuneratórios para o período de inadimplência constituem verdadeira comissão de permanência e não podem exceder à taxa de juros remuneratórios. 

“Na hipótese dos autos, a taxa de juros de inadimplência corresponde a aproximadamente oito vezes a taxa de juros mensal no período de normalidade, revelando inegável abusividade, notadamente porque o banco apelado não justifica em sua defesa o motivo para tamanha elevação”, explicou Fonseca. A decisão se deu por unanimidade e manteve a sentença de primeira instância. 

Fonte: Conjur 

Mercado de seguros ainda tem muito a crescer no Brasil

Diante da digitalização e pela nova percepção de riscos impostas à economia pela pandemia, o mercado de seguros está se movimentando em busca de inovação. O quadro é oportuno para o lançamento do Instituto de Inovação em Seguros e Resseguros (IISR), pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em colaboração com a BMG Seguros e outras entidades. 

A Cultura de seguros no Brasil ainda tem muito a crescer. A participação da indústria de seguros sobre o PIB, de 6,7%, ainda é baixa. Em um dos segmentos mais desenvolvidos, o de automóvel, por exemplo, estatísticas apontam que menos de 30% da frota brasileira está segurada. 

De acordo com o CEO da BMG Seguros, Jorge Sant´Anna, o IISR nasce de uma observação não só sobre o potencial econômico brasileiro, mas também sobre o volume de informações dispersas pelo mercado que não são aproveitadas para gerar inteligência competitiva, além de uma legislação considerada ultrapassada. “O mercado de seguros já sofre há muito tempo com legislações não muito pró-negócios. Nessa atual gestão começou uma série de desafios vindos do regulador para fazer o mercado inovar e crescer. As modalidades do Open Insurance e o SRO estão chegando e o Pix, que embora esteja no setor de pagamentos, impacta diretamente na democratização do setor de coberturas. 

Então, não se pode mais ser tradicional. Não temos mais espaço para isso. Existe um novo modelo de financiamento de infraestrutura em que o poder público vem sendo substituído pelo setor privado. Acontece que o investidor privado exige garantias. Então a modernização do setor de seguros é urgente. O Instituto nasce para dar um olhar científico voltado para a prática. Precisamos criar um pensamento de seguros que seja ligado à necessidade do setor como habilitador de infraestrutura. Ou pensamos no mercado e não nos players ou não vamos convencer ninguém da necessidade de modificar a regulação”, explica Sant´Anna. 

A ideia é reunir o maior número de players do setor, universidades, pesquisadores independentes e entidades do setor, tornando o IISR um fórum para discussão de novas ideias no setor. No lançamento já foram divulgados os dois primeiros projetos: a Susep – órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro – fará o seu primeiro concurso de monografias e o Instituto é um dos patrocinadores. Também será criada uma econometria para o mercado de seguros. “No comitê gestor é preciso ter esta

pluralidade de pensamentos, não só para o mercado de seguros, mas com um conceito de isenção intelectual muito grande. 

Nesse ponto sobressai a importância da FGV. O Instituto não podia parecer uma federação porque não queremos proteger a indústria, mas proteger os seguros. É a primeira vez que teremos pesquisando e escrevendo especialmente para o setor de seguros no Brasil”, pontua. 

Novas modalidades estreiam na pandemia 

Diante do mesmo susto e necessidade de inovar experimentado por outros setores ao longo da pandemia, o mercado de seguros também segue apresentando novas propostas para os clientes. Um dos modelos de negócios que vem ganhando força é o seguro em formato de assinatura, em que o cliente paga mensalidades que podem ser suspensas por determinados períodos. A Porto Seguro lançou nos mercados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, o Bllu. 

O novo seguro auto permite ser contratado de uma forma 100% digital pelo cliente, mas ainda assim a assinatura estará atrelada ao corretor de seguros, que também comercializará o produto. O Bllu também conta com um pagamento mês a mês em valor acessível e pode ser pago por meio de cartão de crédito recorrente, sem o comprometimento do limite. 

O produto atende veículos de passeios nacionais e de utilização particular, com até 25 anos de uso e de até R$ 50 mil De acordo com o diretor-executivo da Azul Seguros – empresa do Grupo Porto Seguro -, Gilmar Pires, o Bllu vinha sendo pensado há dois anos. “Não é um produto da pandemia mas foi, certamente, acelerado por ela. Mais de 70% dos veículos que rodam no Brasil não têm seguro, mas uma grande parte deles é segurável. O carro é uma coisa que o brasileiro gosta, demonstra uma ascensão social e não é um bem barato. Vale a pena protegê-lo. A pandemia acelerou a questão digital. Todo mundo aprendeu a usar os meios digitais. O Bllu é uma compra digital, simples, fácil, por meio do site, que exige poucas informações, facilitando a vida do consumidor que continua tendo o corretor à disposição para qualquer informação a mais”, explica Pires. 

O Bllu conta com coberturas contra colisão, roubo e furto, incêndio e alagamento (com valor predeterminado no bilhete de seguro, em que o cliente sabe o quanto receberá em caso de sinistro), danos corporais e materiais a terceiros de R$ 20 mil e a cobertura para vidros, que é opcional. Além disso, tem assistência 24h para o carro, com serviço de guincho para até 400 quilômetros, chaveiro e troca de pneu. Apesar da crise econômica, o executivo aposta no aumento da percepção de riscos por parte dos consumidores para garantir as vendas.

Os números atuais da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) estão a seu favor. Dados da Conjuntura CNSeg nº 41, mostram que a arrecadação do Setor de Seguros no primeiro bimestre deste ano cresceu 4,5%, contra o mesmo período de 2020, quando não havia pandemia. A arrecadação do mês de fevereiro de 2021 foi de R$ 22 bilhões. 

“O Bllu é pra quem não tem seguro. Não é para tirar de uma outra seguradora, não tem bonificação. Ele oferece todas as coberturas tradicionais. A venda é mais difícil, mas a percepção de proteção do bem aumentou durante a pandemia. Isso faz parte de um trabalho gradativo educacional que o setor realiza. Nem todas as perguntas surgidas ao longo da pandemia estão respondidas. A assinatura parece um modelo que vai ficar. Apostamos na fidelidade baseada na satisfação do cliente, não na força do contrato ou penalidade”, completa o diretor-executivo da Azul Seguros. 

Fonte: Diário do Comércio

Novas regras trazem mais responsabilidades e oportunidades para o Corretor

Os novos normativos para seguros de danos, sejam para massificados ou grandes riscos, estabelecidos pela Resolução 407/21 do CNSP e a Circular 621/21 da Susep, consolidam a posição do Corretor de Seguros como protagonista no processo de contratação, mas também aumentam muito a sua responsabilidade. A afirmação foi feita pelo diretor Executivo da FenSeg, Danilo Silveira, durante o evento técnico realizado pelo Sincor-SP nesta quinta-feira (20 de maio), para esclarecer dúvidas dos corretores de seguros a respeito desse novo marco regulatório. 

Segundo ele, em linhas gerais, a legislação não mudou, mas o Corretor precisará ter total atenção, pois passa a ser “a figura central” na elaboração de produtos e nas demandas dos segurados que vai apresentar para as seguradoras. 

Nos grandes riscos, por exemplo, com todo o clausulado passando a ser pactuado de forma livre, essa responsabilidade será ainda maior. “O Corretor precisará ter muito cuidado na análise de riscos e como deixar isso bem claro e documentado para o cliente. É muito importante que toda a oferta seja muito bem estruturada”, alertou o executivo. 

O Corretor também terá participação mais efetiva nas condições contratuais de seguros massificados, pois entende as necessidades dos clientes e pode inspirar um combo de coberturas para determinados riscos. 

Silveira ressalvou, contudo, que, embora o Corretor tenha seu papel “potencializado” com os normativos, será preciso considerar que as seguradoras tem padrões e prazos para cumprir, até em obediência a regras internacionais e aos contratos de resseguro, o que impõe limitações. “Vai ser uma negociação importante, mas sempre respeitando boa técnica”, acrescentou. 

Nesse cenário, o Corretor será os “olhos e ouvidos” do cliente e responsável direto por toda a comunicação com as seguradoras. Assim, até mesmo no processo de estruturação de um combo de coberturas, especialmente nos seguros massificados, as seguradoras terão que recorrer à sensibilidade do Corretor para definir as melhores conjugações de coberturas e permitir que o produto seja bem aceito pelo

consumidor. “ A montagem de produtos massificados passará pelo Corretor”, observou Silveira. 

Ainda dentro desse contexto, nos grandes riscos, também com o seu papel potencializado, o Corretor terá que “mergulhar” na análise do risco do cliente para elaborar um plano adequado para cobrir todos os riscos, incluindo aqueles de alta severidade. “Corretor terá grande oportunidade. Não será mais o preço que vai prevalecer. Será a qualidade técnica, que passa a ser muito importante para o cliente”, frisou. 

Silveira explicou ainda que as mudanças não serão implementadas da noite para o dia, até porque há uma limitação operacional no momento. As seguradoras terão que fazer adaptação dos sistemas, o que “é muito caro”. De qualquer forma, haverá liberação importante para o desenho dos produtos e dos combos. “A questão é como juntar tudo isso do ponto de vista operacional e tecnológico. As seguradoras terão que se estruturar. As normas trazem flexibilização, mas não impõem mudanças súbitas nos produtos atuais. A liberdade foi dada, mas todos os sistemas ainda estão estruturados para suportar as amarras da legislação antiga. Então, não haverá mudança radical no primeiro momento. Isso virá passo a passo. Mas, o mercado já conta com boa gama de coberturas e assistências, com produtos adequados. Mas, claro que poderemos melhorar esses produtos”, disse o diretor da FenSeg. 

Além de Danilo Silveira, participaram do painel, que discutiu o tema “Produtos inovadores baseados na nova norma geral dos seguros de danos” a 2a vice-presidente e o 2o tesoureiro do Sincor-SP, Simone Fávaro e Carlos Cunha. 

Na abertura do evento, o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, afirmou que a realização de painéis técnicos integra as ações que o sindicato vem adotando para ajudar os Corretores neste momento de “grande transformação” em todo o mundo”. 

Segundo ele, o Corretor precisa estar atento a essas mudanças e aos desafios e enxergar as oportunidades. “A pandemia traz nova visão sobre seguro da parte dos consumidores. O nosso setor cresceu em 2020 mesmo com a economia do País em retrocesso. E continua crescendo acima de dois dígitos neste início de ano.”, enfatizou. 

Fonte: CQCS

Ferramenta ajuda Corretores a se adequarem a normas da LGPD

A LGPD já está em vigor e os corretores de seguros que ainda não fizeram, precisam se adequar aos dispositivos da nova lei para evitar problemas que podem, inclusive, impedir a continuidade de suas empresas. 

Para ajudar esses profissionais, a Fenacor e os Sincors estão disponibilizando o LGPDCOR, uma ferramenta que reúne as soluções específicas para as necessidades de empresas corretoras de seguros. É a primeira iniciativa setorial, de âmbito nacional, de adequação à LGPD. 

A solução pode ser contratada por qualquer corretor de seguros, mas os associados ao Sincor têm direito a descontos especiais. 

Além disso, os corretores de seguros poderão disponibilizar e vender o LGPDCOR para seus clientes, com um valor muito acessível e competitivo, o que cria, na prática, um novo e promissor nicho de mercado para a categoria. 

Todos recebem um “Certificado de Adequação” que é um diferencial para indicar que a empresa está cumprindo a Lei e que não há riscos para os dados pessoais dos consumidores. 

Esse certificado será renovado a cada ano, bastando aos corretores comprovarem que continuam seguindo todos os requisitos estabelecidos. 

Corretores de Seguros interessados em contratar essa ferramenta já podem acessar e obter todas as informações sobre o LGPDCOR neste endereço eletrônico: https://www.fenacor.org.br/Servicos/LgpdCor 

A LGPD entrou em vigor em setembro de 2020 e abrange todas as empresas que fazem uso de dados pessoais de clientes, empregados ou terceirizados, exatamente o foco da atividade profissional exercida pelos corretores de seguros. 

A lei prevê a possibilidade de a empresa ser alvo de multas pesadas que podem ser aplicadas em caso de incidente. 

Fonte: CQCS

Seguro de vida funciona como um componente essencial dentro do planejamento financeiro

Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), mostram que o seguro de vida individual segue como maior destaque no segmento de seguros de pessoas. O produto obteve resultados positivos até fevereiro deste ano, com crescimento de 11,4% no acumulado de 2021, em relação ao acumulado de 2020. 

O seguro de vida é um mecanismo de proteção que vai muito além de garantir um recurso pontual para os beneficiários do segurado em caso de morte. É uma maneira de proporcionar segurança e tranquilidade financeira no dia a dia e ao mesmo tempo garantir a manutenção do padrão de vida, tanto para a pessoa que contrata a apólice quanto para seus dependentes. 

O produto funciona como um componente essencial dentro do planejamento financeiro, uma vez que protege as conquistas realizadas ao longo do tempo, fazendo com que as reservas permaneçam intactas, caso ocorra algum evento coberto pelo contrato. Além disso, o seguro de vida pode se comportar como um produto essencial na aposentadoria e complementar a previdência privada, na medida em que protege e proporciona liquidez no processo de sucessão dos recursos financeiro e patrimônio acumulado. 

A Omint preparou um e-book gratuito sobre Seguro de Vida. Confira: https://www.omint.com.br/seguro-vida/individual/ 

Fonte: CQCS

A evolução e prevenção contra os crimes cibernéticos

O avanço da tecnologia e dos dispositivos será sempre acompanhado pelo desenvolvimento de novos crimes cibernéticos e ferramentas para lesar os consumidores 

O isolamento social aumentou o número de pessoas conectadas aos diversos sistemas e serviços da internet e também aumentou o tempo de conexão destes usuários, e como consequência, podemos afirmar que houve uma expansão significativa no que podemos chamar de superfície de contato para as ameaças de crimes cibernéticos. 

Dados da Minsait apontam que houve um aumento de 75% nos números de ataques por hackers durante a pandemia, sendo os mais comuns por meio de técnicas de spam, uma espécie de publicidade em massa, vishing, que é a utilização de engenharia social para obter vantagens ilícitas por meio de chamada de voz, e smishing, golpe por mensagem de texto supostamente vinda de uma fonte confiável. 

A nova realidade em que ataques cibernéticos se tornam cada dia mais comuns na vida das pessoas demanda uma pronta reação da sociedade, incluindo empresas e governos, para se protegerem das diferentes formas de ameaças, e isso passa não apenas pelo emprego de tecnologias, que certamente são imprescindíveis, mas também por meio de uma nova abordagem de entendimento das ameaças, adaptando sua cultura, processos e modelos organizacionais para não se tornarem uma presa fácil de predadores digitais. 

Um exemplo concreto de adaptação comportamental pode ser compreendido por um estudo recente de um provedor de serviços de segurança, o qual aponta que 90% dos dispositivos descartados contém dados confidenciais dos antigos donos. A adoção de tecnologias para mitigar e prevenir riscos tem se mostrado eficaz, mas é

importante lembrar que investir em treinamentos é crucial para o enfrentamento das ameaças, uma vez que os funcionários constituem a “primeira linha de defesa” e suas ações individuais podem comprometer a segurança da companhia como um todo. 

A engenharia social é uma característica bastante presente neste cenário: os cibercriminosos costumam entender o perfil do usuário, suas preferências, estilos de vida, receios e criam armadilhas personalizadas. Com isso, o internauta é induzido a clicar em um link e abrem espaços para que hackers tenham acesso aos mais diferentes tipos de dados, como senhas, informações bancárias, números de cartões de crédito ou simplesmente informações pessoais. Dentre os crimes online, os mais comuns são os que costumam oferecer algum tipo de benefício, oferta tentadora ou um serviço de grande valor para o usuário. 

Outro ponto relevante é a compreensão de como as fake news contribuem para este panorama. O intuito das notícias falsas nem sempre é somente desinformar, mas também são ferramentas utilizadas para causar algum dano a quem consome aquela informação enganosa. Atualmente, existem aplicativos e plataformas que contribuem na disseminação das chamadas Deepfake News, nova fronteira das notícias falsas, capazes de facilmente manipular vozes e rostos com apenas uma pequena foto. Com isso, o ciberdelinquente pode gravar falas e simular reações faciais cujas consequências maléficas são incalculáveis para a vítima. 

Como prevenção, o primeiro passo é estar sempre alerta e adotar alguns hábitos que são simples, porém providenciais para não ser alvo fácil destes ataques. Checar se a rede de Wi-Fi é confiável, manter Antivírus, Softwares e Aplicações atualizadas, não clicar em links desconhecidos e verificar a autenticidade de sites e domínios são algumas práticas que podem evitar cibercrimes. 

Além da desconfiança, é importante entender os gatilhos que os ataques buscam. Os crimes mais comuns evocam sensação de medo e de urgência, instigam a curiosidade de quem recebe essas mensagens e, geralmente, aproveitam-se da ganância dos alvos para aplicarem estes golpes. 

Usuários assíduos de serviços digitais, os brasileiros estão constantemente online nas redes sociais. O relatório Digital in 2019, divulgado pelas empresas We are Social e Hootsuite, constatou que 66% da população brasileira está ativa nas redes sociais. É necessário ter o controle e filtro do que é postado, tendo em vista que os perfis contêm informações que podem ser valiosas para quem age com má intenção não só virtualmente, mas também pessoalmente. 

O avanço da tecnologia e dos dispositivos será sempre acompanhado pelo desenvolvimento de novos crimes cibernéticos e ferramentas para lesar os consumidores. Estar atento aos cuidados com a privacidade e entender que não há

dispositivo 100% a prova de hacker, pode ajudar muito na proteção contra crimes e fraudes tanto para os consumidores quanto para as empresas e governos. 

* Por Eduardo Almeida, CEO da Indra e da Minsait no Brasil 

Fonte: Revista Apólice 

Como fazer email marketing: Dicas para corretoras de seguros

O email marketing é uma das ferramentas mais comuns quando o objetivo é manter relacionamento com os clientes e gerar mais vendas a longo prazo. A estratégia, que faz parte de campanhas de marketing digital de várias corretoras, consiste no disparo de emails para a base de leads e clientes da corretora. 

No artigo, conheça o objetivo da estratégia de email marketing e entenda como colocar em prática na sua corretora. 

O que é email marketing? 

O email marketing está longe de ser um catálogo de produtos ou spam. A estratégia é baseada no disparo de emails que oferecem algum conteúdo pertinente para o destinatário, como artigos, vídeos e conteúdos ricos (ebooks, infográficos, etc). Promoções da corretora também podem ser enviadas, claro, desde que de forma moderada. 

A principal vantagem do email marketing é alcançar somente quem tem interesse na corretora, pois já foi estabelecido um vínculo anterior. Isso potencializa os resultados comerciais a um custo reduzido, já que o investimento para fazer email marketing é baixo. 

Um diferencial importante é a possibilidade de segmentação nos envios, você pode selecionar apenas uma parcela de leads / clientes para receber determinado tipo de conteúdo. Por exemplo: Ao fazer um disparo falando sobre a importância de contratar um seguro de vida, você pode segmentar o recebimento apenas para quem já é seu cliente auto, incluindo uma condição especial para esses clientes. 

O que toda corretora precisa saber sobre como fazer email marketing

1 – A lista de emails deve ser sua 

Ter emails verdadeiros e gerados pela própria corretora é fundamental para o email marketing dar certo. 

Seu sistema de gestão deve exportar uma relação dos emails que você já coletou de clientes e de cotações ao longo do tempo. Para gerar novos contatos, use o próprio site da corretora ou a criação de landing pages para divulgação de conteúdos ricos visando geração de leads. 

Qualquer espaço para visitantes informarem o email em troca de algum benefício ou ação da empresa é válido. 

Uma das mais importantes dicas de como fazer email marketing, é evitar o uso de listas de emails compradas. 

Leia também: Tudo sobre captação de leads para corretoras de seguros 2 – Crie bons títulos 

O título do email deve ser curto (em torno de 70 caracteres) e objetivo. Ao escrever o título, crie várias versões e avalie qual pode gerar mais curiosidade. Leve em consideração os gatilhos mentais de escassez, urgência, prova social, etc. 

3 – Desenvolva conteúdos interessantes para o destinatário 

O conteúdo do email precisa ser desenvolvido de acordo com o perfil de quem vai receber. Envie artigos, matérias, vídeos, enfim, tudo o que pode ser interessante para o cliente / lead. Só crie e-mails que você tem certeza de que as pessoas irão gostar de receber. Use uma linguagem adequada, em tom de conversa. 

4 – Assine com seu nome 

Os emails precisam ter um porta-voz. O nome do corretor ou diretor da corretora assinando o email dá credibilidade e fortalece a conexão com o destinatário. De preferência, use no email marketing a mesma assinatura do email pessoal, aproximando-se o consumidor.

5 – Tenha uma ferramenta de disparo 

Não poderia faltar o mais importante para fazer email marketing, que é ter uma ferramenta de disparo. Há diversas opções de plataformas, como MailChimp, SendPulse e RDStation (que é o software usado pela Quiver). Algumas plataformas oferecem versão grátis. 

Fonte: Quiver 

3 regras para vender mais seguros do que seu concorrente

Superar a concorrência. Essa é uma das suas metas, corretor? Imagino que sim, mesmo que você não tenha colocado no papel, ela provavelmente está em seu subconsciente, afinal, desbancar os concorrentes significa vender mais e aumentar a comissão. 

Mas o mercado é competitivo, em qualquer piscada você pode perder o prospect, portanto, trouxe para este artigo 3 regrinhas que você deve seguir para se posicionar à frente da concorrência. 

Regra número 1: Entender a cabeça dos clientes 

Não estou falando sobre entender a cabeça de seus futuros clientes, mas sim dos seus atuais. Isso porque a forma mais eficiente de vender mais é fidelizar os seus atuais clientes. Além de manter a carteira, você vai estimular o boca-a-boca, que com certeza te trará ainda mais clientes a longo prazo. 

Entender a cabeça dos clientes traz inúmeras respostas importantes que irão guiar os rumos de sua corretora. Já falamos muito sobre corretores que não conhecem as dores do cliente, afinal, esse é o principal motivo que leva corretoras de seguro à falência. E nessa onda de “entender a cabeça dos clientes”, muitos acabam falhando em dois aspectos diferentes: 

● Corretores não entendem o motivo das reclamações de seus clientes 

Imagine a seguinte situação: Seu cliente fez uma reclamação diretamente para você, ou indiretamente nas redes sociais. Em seguida, você observa e analisa a

reclamação, mas nem ao menos consegue entendê-la e diz para si mesmo: “Mas como isso é possível? Eu não fiz nada de errado!”. Aí está o seu erro. 

Muitos corretores não fazem nada, eles apenas negociam, assinam o contrato e esquecem do cliente. Isso é um dos principais motivos que geram insatisfações. 

Você precisa acompanhar a vida do seu cliente, não basta fazer a venda do seguro e aparecer apenas na hora do sinistro (se houver) e na renovação. 

Valorize seu cliente e valorize seu trabalho! Não custa nada fazer 2 ou 3 ligações ao ano, enviar e-mail’s e mandar algumas mensagens no WhatsApp (sem ser chato) para mostrar que lembrou do aniversário de seu cliente, ou apenas para perguntar se está tudo bem com ele, por exemplo. 

Ao trabalhar no relacionamento, você começa a entender o motivo das reclamações e passa a evitá-las ou resolvê-las com sucesso, além de evitar o segundo problema que vem a seguir. 

● Corretores não entendem o motivo dos clientes desistirem da renovação 

Esse erro está diretamente ligado ao anterior. Corretores que não entendem as reclamações de seus clientes e não mantêm uma relação próxima, dificilmente conseguem entender que muitas vezes é essa falha de conexão que faz com que os clientes desistam de renovar o contrato de seguro. 

Se você se mostrar presente para o cliente, ele vai se sentir verdadeiramente protegido e vai enxergar que seguro é realmente necessário, mesmo que não tenha ocorrido sinistro na vigência anterior. 

Claro que existem outros motivos para ele não renovar, como por exemplo a possibilidade de te trocar por outro corretor, se pautando em um argumento bem óbvio: oferta de seguradora com preço baixo. 

Mas se você se mostrou presente durante o contrato, ele vai sentir a sua falta, pois pode ser que seu concorrente seja do tipo “corretor que liga só na hora de renovar”. E aí o cliente volta para você!

Regra número 2: Saber o momento certo para pedir indicações 

Com certeza as indicações representam um papel extremamente importante no mercado de seguros, pois aumentam sua credibilidade enquanto vendedor e facilitam seu trabalho. Mas isso não quer dizer que não existe momento certo para pedir indicações. 

Você não deve se afobar em pedir nomes para um cliente que recém fechou contrato, isso faz com que você comece o relacionamento com o pé esquerdo. Antes de pedir indicações, preocupe-se em conseguir as melhores condições para o seu cliente, foque em encontrar as coberturas com o melhor custo-benefício e reduzir custos desnecessários. 

Após fazer seu cliente sentir-se à vontade com você, prestando um bom serviço e mostrando-se presente, aí sim você deve pedir as indicações. Se você deixar seu cliente satisfeito, ele dará os nomes com prazer, aliás, serão prospects muito mais propensos a fechar negócio. 

E mesmo após as indicações ocorrerem é importante que você solicite ao seu cliente que ele ligue ou entre em contato com o indicado avisando que você irá aborda-lo. Dessa maneira a indicação ganha muito mais força e credibilidade e a chance de sucesso é muito maior. 

Enquanto ainda não estiver no momento certo de pedir indicações para todos os seus clientes, você pode utilizar outros métodos de prospecção, como a Cold Call 2.0, por exemplo. 

Regra número 3: Entregar aquilo que seus clientes estão esperando 

Seus clientes esperam que você consiga entregar o que eles procuram! E isso está diretamente ligado à regra número 1, afinal, você precisa entender a cabeça do consumidor para entregar o que ele deseja. Qualquer marca de sucesso faz isso. 

Vou citar o exemplo Uber: Por que você acha que o aplicativo faz tanto sucesso e passou a incomodar os taxistas? Porque ele entrega o que seus consumidores querem: carros confortáveis, preços por muitas vezes mais baixos que os de táxis (em caronas compartilhadas, pode sair mais barato que andar de ônibus) e facilidade em acompanhar o trajeto. Isso reúne o que os consumidores estavam buscando: uma alternativa confortável, ágil e de baixo custo para se locomover.

Agora cabe a você entender “onde está o seu Uber”. Descubra o que seus consumidores esperam de você. Mas para isso, novamente reforço que você precisa conhecê-los muito bem. 

Fonte: Quiver 

Pagamentos com o Pix podem afetar as Corretoras de Seguros

Na próxima quinta-feira (27), a SegFy vai promover uma live, a partir das 18h, com o tema: “Pix, o que o Corretor precisa saber?”. A live vai contar com a presença de André Rezende, especialista em Seguros da SegFy, e Gabriel Falk, gerente de produto da Juno, duas autoridades no assunto de pagamentos e seguros

A transmissão vai abordar como o Pix pode afetar as Corretoras de seguros, prós e contras, preços, segurança, tendências, dúvidas, e tudo que o Corretor precisa saber sobre esta nova modalidade de pagamento. 

Inscreva-se através do link: https://segfy-6828248.hs-sites.com/live-pix 

Fonte: CQCS 

Tipos de seguro: como decidir seu portfólio

Um corretor certificado pela SUSEP tem autorização para trabalhar com qualquer tipo de seguro e, com tantas opções, uma das grandes dúvidas de um corretor iniciante está em decidir com quais seguros trabalhar. 

Será que é vantajoso ter uma grande carteira de opções para seus clientes ou virar especialista em um tipo só? 

Acompanhe com a gente os tipos de seguro, argumentos para venda dos mais comuns e questões que você deve levantar na hora de decidir quais seguros incluir na sua carteira. 

Quais são os tipos de seguro mais conhecidos? 

Como a variedade de seguros é grande, já que, teoricamente, todo bem ou fonte de renda pode ser protegido de alguma forma. A Susep separa a lista em alguns grupos de seguro principais: 

● Patrimonial; 

● Riscos especiais; 

● Responsabilidades; 

● Automóvel; 

● Transporte; 

● Riscos financeiros; 

● Crédito; 

● Pessoas Coletivo; 

● Habitacional; 

● Rural; 

● Outros; 

● Pessoa individual; 

● Marítimos; 

● Aeronáuticos; 

● Microsseguros;

● Saúde. 

Outra abordagem para direcionar o foco da sua carteira de clientes é dividir entre: seguros para pessoa física e seguros para pessoa jurídica. Assim, você pode construir uma carteira de clientes direcionada para um ou outro, com o foco B2C ou B2B. 

Quais são os argumentos para vender cada tipo de seguro? 

Com a visão geral dos tipos de seguro que existem, você pode entender melhor as opções, analisando vantagens e pontos de atenção ao colocar cada tipo de seguro no seu portfólio. 

Vamos aos principais: 

Seguro automóvel 

Por ser popularmente o mais conhecido, é também o mais procurado e, por essa visibilidade, esse tipo de seguro costuma ser a porta de entrada da maioria dos corretores no mercado. 

Quando você pensa em vender seguro automóvel é fácil já listar uma lista de conhecidos e amigos que podem virar clientes. 

Maior procura também significa mais concorrência. 

Saiba se diferenciar dos concorrentes para construir uma boa carteira de recorrência. 

O esforço para encontrar um corretor no momento da compra do carro é maior do que quando a pessoa vai fazer a renovação, ninguém quer perder muito tempo com isso. 

Os pilares principais para garantir uma base de bons clientes de seguro automóvel estão em: 

● ter rapidez no envio das propostas e no atendimento da contratação; ● se antecipar na renovação;

● automatizar processos para facilitar o fechamento com o cliente. 

Para atingir um número maior de clientes, você pode também trabalhar com seguro de moto e seguro caminhão. 

Seguro residencial 

As notícias de acidentes de carro e roubos acabam colocando esse tipo de seguro na cabeça da população com mais frequência, o que nem sempre ocorre no caso de seguro residencial. 

Esse tipo de seguro vem na lembrança com notícias de grandes catástrofes ou acidentes maiores. Sempre atrelado na dor de perder “tudo que a pessoa tinha”. 

Então, na venda de seguro de vida, essa validação de um dos maiores patrimônios que a família possui pode ser levado para a discussão, além dos vários benefícios de manutenção, valorização do imóvel e investimento para o futuro. 

Procurar parcerias com corretores de imóveis também é uma boa estratégia para usar seu networking para a venda desse tipo de seguro. 

Seguro viagem 

A área de turismo sofreu um grande golpe com a pandemia, mas toda essa situação também levantou o questionamento de “o que fazer se algo acontecer e eu estiver longe da minha cidade?”. 

Quem se interessa em trabalhar com esse serviço em seu portfólio, vale esperar a onda de viagens que tem tendência de subir depois da vacinação em massa e apostar em parcerias com agências de turismo ou consultores de viagens. 

Seguro vida 

Uma pesquisa recente do IBOPE, mostrou que menos de 20% dos brasileiros possuem seguro de vida. Isso indica duas coisas: o potencial de crescimento, mas também a falta de conhecimento do público sobre esse serviço. 

Por isso, para oferecer seguro de vida para seus clientes você vai precisar educá-los da importância e desfazer mitos.

A pandemia fez com que as pessoas pensassem sobre a segurança de suas famílias, aumentando a procura por esse tipo de seguro. 

Empresas novas aliadas à tecnologia, como o Nubank, começaram a oferecer esse serviço de forma mais acessível e também chamando atenção dos jovens para a proteção de renda. 

Essa é uma ótima forma de pensar: se meu cliente não tem tanto conhecimento ou abertura para contratar um seguro de vida mais robusto, posso fazer um pacote mais simplificado e partir para uma venda mais complexa em outro momento. 

Seguros menos divulgados 

Seguro fiança, seguro de responsabilidade social e até mesmo seguro pet (que são considerados como membros da família por muita gente)! 

Alguns tipos menos comentados de seguro entre o público em geral estão começando a ganhar espaço, seja pela divulgação de conteúdo sobre o mercado de seguros e acessibilidade de informações. Assim, podem se tornar opções interessantes para oferecer a clientes que já passaram dos produtos mais básicos. 

O que considerar na hora de decidir com quais tipos de seguro devo trabalhar? Especialista em um tipo de seguro 

Ter um portfólio mais afunilado pode trazer ganhos em escala e agilidade, e facilita que você entenda quais processos podem ser automatizados. 

Uma desvantagem é que seu cliente pode precisar de outro tipo de seguro em determinado momento da vida dele. Caso você não tenha opções para oferecer, ele pode decidir fechar com alguém que oferece tudo que ele precisa em um lugar só. 

Para evitar que isso aconteça, mantenha um bom relacionamento com o cliente e invista em comunicação para conquistar sua autoridade de mercado. 

Portfólio variado de tipos de seguro 

Ao contrário da especialização em um só ramo de seguros, ter uma grande variedade de opções no seu portfólio oferece a facilidade para o cliente de que ele possa centralizar todas as contratações em um lugar só.

Construindo um relacionamento de confiança, fica mais fácil educar o cliente para conhecer seguros diferenciados e personalizados fazendo vendas de cross-sell e up-sell

Construa um funil de tipos de seguro para oferecer aos seus clientes 

Você talvez já tenha ouvido falar no funil de marketing, que separa as etapas de desconhecimento da necessidade até a venda de um produto e serviço. 

A mesma lógica pode ser usada para construir um funil de produtos ou serviços. Começando com produtos de entrada, que atendem às necessidades mais imediatas dos clientes, são de fácil contratação ou simplificados, até os mais personalizados e de alto valor. 

Exemplo prático: 

● Topo de funil: seguro automóvel – ofereça opções com agilidade na proposta e facilidade de renovação. 

● Meio de funil: seguro vida e residencial – construa um relacionamento de confiança e eduque seu cliente para entender as vantagens de proteger seus bens e fontes de renda. 

● Fundo de funil: personalizações dentro dos seguros que o cliente já possui. Um tipo de venda que é feita com um relacionamento de longo prazo e análises de dados personalizados se seus clientes. 

Pode parecer bastante coisa, porém, sempre leve em conta no que você é bom em vender e escale a partir disso. Potencializando sua corretora com a plataforma de Gestão e Multicálculo da Segfy e investindo no relacionamento com os clientes, você vai longe! 

Fonte: Segfy 

Corretor de Seguros deve ser o profissional que planeja a vida do cliente

Para discutir um tema de importância para os corretores de seguros, Marco Antonio Gonçalves, vice-presidente do Conselho Consultivo da MAG Seguros, participou, nesta quarta-feira, dia 14, do programa Seguro Sem Mistério do JRS Digital, junto com Andréia Araújo, presidente do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG-RS); Cláudia Fontenelle, presidente da Comissão Feminina do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Sincor-RJ) e Osir Zimermann, Diretor de Eventos do Sincor-RJ, discutiram “Como a tecnologia facilita a comercialização de seguros em tempos de incerteza?” 

O programa funcionou com os convidados fazendo perguntas a Marco Antonio. Osir Zimmermann questionou o executivo sobre o apoio que a MAG tem dado aos corretores para que as vendas sejam impulsionadas. Gonçalves relembrou as medidas adotadas pela companhia para cuidar dos funcionários, clientes e corretores. “A primeira coisa que se fez foi cuidar de gente. Os corretores são o elo com os clientes. Destinamos uma verba de ajuda para corretores – e seus familiares – que tivessem testado positivo para Covid para dar a eles tranquilidade”, explicou. 

Em relação ao digital, o executivo esclareceu que a companhia já estava se preparando ao longo dos últimos anos. “Assim que foi determinada a pandemia, a MAG ligou seu botão digital. O corretor também foi para o home office e até então não tinha aderido 100% a essa tecnologia”. 

Ele lembrou que no novo cenário, o corretor aderiu totalmente. “O corretor pode fazer suas vendas, atender os clientes. A MAG teve três grandes preocupações e uma delas foi o corretor para que ele não tivesse nenhuma intempérie. Hoje, eles têm recorde de venda, o que quer dizer que eles se engajaram no processo e elevaram a proteção à sociedade por meio dos instrumentos que foram ofertados”, ressaltou Gonçalves.

Andréia Araújo pontuou que o mercado foi rápido na virada de chave porque não tinha outra alternativa. “Acompanhamos a insegurança de muitos corretores no processo tecnológico que acontecia antes da pandemia; a insegurança de que a tecnologia poderia roubar o espaço desse profissional no mercado. Agora, percebemos que não tinha saída. Tivemos que passar a nos comunicar virtualmente e houve a necessidade do corretor se preparar melhor para uma reunião de mercado”, disse. Para ela, a impossibilidade de encontrar o cliente presencialmente, como já estava acostumado, trouxe mais qualidade e melhor aproveitamento do tempo. “Acho que esse ponto chama muita atenção”, analisou. 

Marco Antonio lembrou que por muito tempo, o corretor achou que a tecnologia era um inimigo. “Hoje, vemos que o corretor tem a tecnologia a seu favor”. Para o executivo da MAG, diferente de outros mercados, no mercado de seguros o foco está no cliente. “Temos que associar a tecnologia para chegar até ele e o corretor é fundamental nesse processo escolhendo, junto com o cliente, o melhor seguro”, ponderou. 

O executivo da MAG Seguros disse ainda acreditar que no futuro, o corretor irá atuar como um market place. “O corretor não pode fazer como as PME’s no Brasil que passaram a vender nacionalmente usando logística e plataformas. O centro dos negócios não é mais o seu tamanho, é sua competência e tecnologia para chegar até o cliente”, analisou. 

Para ele, no futuro, o corretor vai prestar a consultoria ao cliente, por isso, precisará estar em um market place. “Vejo que o corretor, nesse estágio da pandemia, precisa olhar de forma mais ampla. O grande corretor está preparado e capacitado tecnicamente. Agora, o pequeno e médio corretor que fazem o mercado e o dia a dia do mercado de seguros precisam estar atentos a isso. Precisamos ser mais científicos porque algumas tendências que chegaram com a pandemia vão ficar”, disse. 

Gonçalves reforçou que o corretor precisa se preparar e ter uma visão de médio prazo para oferecer uma consultoria especializada. “Ele será o consultor que vai fazer a escolha do seguro com o cliente”, destacou. 

O executivo disse que ao chegar a MAG ficou impressionado com a linha de produtos da companhia que é bem ampla, mas acabava ficando reservado ao grupo de corretores que era mais ligado a companhia e MAG quer todos os corretores. “Estamos em um momento ideal. A MAG tem

know-how, linha de produtos, processos, serviços e pode transferir isso para o corretor em expertise”, disse. 

Ele revelou ainda que a companhia vai fazer um projeto de empoderar o corretor de seguros. “Queremos dar a ele a possibilidade de ele ser a pessoa que vai planejar a vida do cliente. Temos um momento ímpar para fazer isso”, afirmou. 

Para ele, o corretor vai crescer e evoluir. “O corretor, depois da pandemia, passa a ser vital para planejar a vida de nossos clientes e da sociedade brasileira”. 

Fonte: CQCS

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